terça-feira, 24 de junho de 2025
quarta-feira, 18 de junho de 2025
Armas Químicas no Iraque X Armas Nucleares no Irã.
Começamos com um questionamento: Até quando vai isso de “alguns xerifes do mundo” acharem que “eles” podem tudo e o resto do mundo fica “para servir de capacho deles”. Meu vizinho tem "um calibre 12” em casa e eu não posso ter uma arma de ar comprimido que “ele” se sente ameaçado.
Quando o Iraque foi invadido e dizimado, com morte e sofrimento de milhões de pessoas, os chamados de “países civilizados” se calaram. Nem ONU e nem ninguém ousou levantar a voz, mas a riqueza daquela nação hoje esta sendo administrada por empresas americanas e europeias.
E as armas químicas, motivo da invasão, NENHUMA GOTA.
Agora o pretexto são armas nucleares sendo fabricadas no Irã e pouco importa quantas vidas inocentes sejam ceifadas, vamos “acabar com aquele povo”, pois precisamos nos “precaver”, eles não são confiáveis, “mas nós somos”.
Posterior a cada ataque basta que Benjamin Netanyahu peça “desculpas” às famílias que perdem pai, mãe, filhos e netos (desculpem minha ignorância, mas acho que tem esse formato de família no Irã), que está tudo bem e desculpado. Avisa ainda que irão trocar os governantes da Nação Iraniana por “gente da sua confiança”, ou seja: “vamos colocar um lobo a cuidar das ovelhas”.
De outro local, Donald Trump se pronuncia para em dizer em alto e bom tom que “Estamos perdendo a paciência”, como se o povo iraniano pudesse ter paciência, tirar o pó das bombas que destroçam seus lares e aguardar a TPM dos agressores passar. Ah, e não podem retaliar esses ataques, senão piora.
Esquecem “esses ai” que gostam de saquear as nações mais fracas, se apoderar de suas riquezas e sempre achar que “esta tudo bem”, estão lidando agora com uma nação que tem mais de 5 mil anos, tem um “nacionalismo” nas alturas quando se trata de sua pátria e jamais irão aceitar serem subjugados.
Entendo que a maior culpa desse povo do Oriente Médio é justamente estarem “sentados nas minas de ouro negro”, as quais os “cidadãos de bem do ocidente” querem a qualquer custo, pouco importa quantos serão sacrificados por isso.
Não demora muito e “esses senhores de Países civilizados” estarão atacando nações da América do Sul.
“Afinal somos todos quase selvagens e ELES VIRÃO PRA NOS DEFENDER”, mas para que “fiquemos bem”, “ELES” irão nos tirar daqui, pois afinal Rios e mananciais de agua não podem ser transferidos para outro local, então seremos convidados a sair.
Nós, enquanto habitantes deste lado do hemisfério sul, temos um futuro sombrio, considerando que “petróleo” é o que movimenta o mundo hoje em função de fornecer energia, mas se não tiver, literalmente “vamos a pé”, mas sem agua doce ninguém sobrevive e isso em todo o planeta tem em abundância apenas aqui.
Logo, o que nos espera é estarrecedor.
Fica a pergunta: “E AGORA, QUEM PODERÁ NOS DEFENDER??”
Autor: Guilherme Quadros
Email: gqkonig@hotmail.com
quinta-feira, 22 de maio de 2025
Como questionar a malandragem dos jogadores de futebol em busca do chamado "jogo limpo"?
Questionar a "malandragem" no futebol e promover o fair play é fundamental para garantir a ética, o respeito e a integridade do esporte. O fair play, que significa "jogo limpo", vai além das regras escritas e se refere a uma conduta ética, leal e honesta em todas as situações de jogo.
Como questionar a malandragem e promover o fair play:
1. Educação e Conscientização
· Desde as categorias de base: É crucial que o conceito de fair play seja ensinado desde cedo, nas escolas de futebol e categorias de base. Através de palestras, vídeos e exemplos práticos, os jovens jogadores devem entender a importância do respeito aos adversários, árbitros e às regras.
· Treinadores como modelos: Os treinadores desempenham um papel fundamental na formação do caráter dos atletas. Eles devem ser exemplos de conduta ética e incentivar o fair play em seus times, coibindo atitudes antiesportivas.
· Campanhas e ações: Clubes, federações e ligas podem promover campanhas de conscientização sobre o fair play, utilizando mídias sociais, eventos e ações com jogadores renomados para reforçar a mensagem.
2. Fortalecimento da Arbitragem e Regras
· Critérios claros para punição: Os árbitros precisam ter critérios claros e rigorosos para punir simulações, cera, faltas violentas e outras condutas antiesportivas. A aplicação consistente de cartões amarelos e vermelhos, além de outras sanções disciplinares, pode desincentivar a malandragem.
· Uso da tecnologia: O VAR (Árbitro Assistente de Vídeo), apesar de gerar debates, tem o potencial de auxiliar na identificação de lances de simulação e outras infrações que não seriam percebidas em tempo real, contribuindo para uma maior justiça no jogo.
· Regulamentos mais rígidos: As entidades reguladoras do futebol (FIFA, confederações, federações) podem revisar e, se necessário, endurecer os regulamentos para atos de má conduta, incluindo multas mais pesadas e suspensões mais longas para reincidentes.
3. Responsabilidade dos Jogadores e Clubes
· Comportamento exemplar: Jogadores, especialmente aqueles com grande visibilidade, devem ser incentivados a ter um comportamento exemplar dentro e fora de campo, servindo de inspiração para os mais jovens. Atitudes de fair play, como devolver a bola em caso de lesão do adversário ou admitir um erro, devem ser valorizadas.
· Cobrança dos clubes: Os clubes têm a responsabilidade de monitorar e, se necessário, punir seus próprios atletas por condutas antiesportivas. Isso demonstra um compromisso institucional com os valores do fair play.
· Pressão da mídia e torcedores: A mídia e os torcedores podem desempenhar um papel ativo, criticando abertamente a malandragem e elogiando o fair play, ajudando a criar uma cultura de valorização do jogo limpo.
4. Exemplos de Fair Play para incentivar:
· Devolver a posse de bola: Quando um jogador adversário se machuca e a bola é colocada para fora de jogo para atendimento médico, a equipe que retoma a posse deve devolver a bola para o time adversário.
· Admitir um toque na bola: Um jogador que admite ter tocado na bola antes de ela sair para lateral ou escanteio, mesmo que o árbitro não tenha visto, demonstra fair play.
· Levantar um adversário caído: Ajudar um adversário a se levantar após uma dividida, mesmo que intensa, mostra respeito.
Ao implementar essas medidas, é possível criar um ambiente onde o fair play seja a norma, e não a exceção, elevando o nível ético e a qualidade do espetáculo futebolístico.
Jogar limpo no futebol
No calor do futebol, onde a paixão e a rivalidade muitas vezes fervem, é fundamental lembrar da importância do fair play, ou "jogar limpo". Mais do que seguir as regras à risca, o fair play representa uma filosofia que enaltece o respeito, a ética e a integridade dentro e fora de campo.
O que significa jogar limpo?
Jogar limpo vai além de evitar faltas violentas ou simulações. Significa:
· Respeitar as decisões da arbitragem: Mesmo que não concorde, aceitar as decisões é crucial para a fluidez do jogo.
· Valorizar o adversário: Reconhecer o esforço e a habilidade do time oponente, sem provocações ou desrespeito.
· Ajudar um colega caído: Em vez de aproveitar a oportunidade, estender a mão para um jogador que precisa de ajuda, independentemente da camisa que veste.
· Admitir erros: Assumir a responsabilidade por uma infração cometida, sem tentar enganar o árbitro.
· Celebrar com moderação: Comemorar os gols com alegria, mas sem humilhar ou provocar o adversário.
· Ser um exemplo para os mais jovens: Crianças e adolescentes se espelham nos jogadores, e o fair play é uma lição valiosa para a vida.
Por que o fair play é essencial?
O fair play é a base para um futebol mais bonito, competitivo e, acima de tudo, humano. Quando os jogadores priorizam a ética, o espetáculo ganha em qualidade e a verdadeira essência do esporte se manifesta: a união, a superação e o respeito mútuo. Ele garante que o resultado final seja fruto da habilidade e do esforço, e não de artimanhas ou comportamentos antidesportivos.
Infelizmente, em alguns momentos, a busca desenfreada pela vitória pode ofuscar os princípios do fair play. Atitudes como simulações, provocações e faltas excessivas não apenas mancham a imagem do esporte, mas também geram um ambiente de hostilidade e desconfiança.
É papel de todos – jogadores, treinadores, árbitros, torcedores e dirigentes – promover e zelar pelo fair play. Afinal, um futebol jogado com lealdade é mais do que um simples jogo; é uma lição de vida, um exemplo de convivência e um espelho dos valores que desejamos ver em nossa sociedade. Que a paixão pelo futebol nos inspire a jogar sempre limpo, dentro e fora das quatro linhas.
domingo, 18 de maio de 2025
quarta-feira, 14 de maio de 2025
domingo, 27 de abril de 2025
assistindo Liverpool x Tottenham
Vem goleada histórica aiii!
quarta-feira, 23 de abril de 2025
O homem que escreveu o destino das suas filhas Vênus e Serena Williams... antes delas nascerem
Em 1980, Richard Williams ligou a TV e viu uma tenista romena receber um cheque de $40.000 por ganhar um torneio.
quarta-feira, 2 de abril de 2025
7 sinais que o homem está no seu limite; quase ninguém percebe.
O preço da fé com áreas vip nos templos.
A crescente tendência de criação de áreas VIP em igrejas evangélicas brasileiras tem gerado intensos debates sobre elitização, segregação e os valores fundamentais da fé cristã. Este fenômeno, que oferece comodidades exclusivas a celebridades e personalidades durante os cultos, levanta questões profundas sobre igualdade, privilégio e o verdadeiro significado da comunhão religiosa.
O Que São as Áreas VIP nas Igrejas?
As áreas VIP em templos religiosos são espaços reservados que oferecem uma série de benefícios exclusivos para certos frequentadores, geralmente celebridades, influenciadores e pessoas de destaque social. Esses espaços incluem:
Estacionamento privado com acesso diferenciado.
Camarins com bufê, garçons e áreas de descanso.
Assentos privilegiados a poucos metros do palco, separados do público geral por fitas ou divisórias.
Banheiros exclusivos e serviços como massagem e maquiagem.
Refeições especiais durante os cultos, descritas como "de altíssimo nível"
Na Igreja Lagoinha de Alphaville, em São Paulo, por exemplo, há todo um circuito exclusivo que inclui desde o estacionamento privado até um assento reservado a cinco metros do palco, separado do restante dos fiéis por uma fita. Já na Boas Novas Church em Belo Horizonte, o "setor Premium" do culto de ano-novo oferecia banheiros reservados, tira-gostos, bebidas e um jantar especial por R$ 750,00.
As Justificativas para as Áreas VIP:
Os defensores desses espaços exclusivos, como o pastor André Valadão da Igreja Lagoinha, argumentam que as áreas VIP atendem a necessidades específicas de pessoas públicas:
Privacidade e segurança: Personalidades que não podem circular livremente sem serem assediadas por fãs ou paparazzi.
Conforto espiritual: Possibilidade de vivenciar o culto sem distrações ou interrupções constantes.
Inclusão paradoxal: A segregação espacial permitiria que essas pessoas, que de outra forma não frequentariam a igreja, possam participar dos cultos.
Valadão explica: "São inúmeras pessoas que, infelizmente, por razões pessoais e até mesmo públicas, não têm o privilégio de poder sentar onde querem nem mesmo viver uma vida comum mais". Ele completa: "Agradeça a Deus se você pode ir à igreja e se sentar onde quiser sem ser filmado, fotografado, assediado ou até mesmo ameaçado".
As Críticas e Controvérsias.
Apesar das justificativas, a existência desses espaços tem sido amplamente criticada por diversos setores:
Contradição com valores cristãos: Muitos argumentam que a prática vai contra o princípio fundamental de igualdade perante Deus. O teólogo Rodrigo Quintã afirma que "entre os filhos de Deus, os filhos amados de Deus, não tem VIP".
Elitização da fé: A criação de "castas" dentro dos templos refletiria uma lógica de consumo e hierarquização social. O pastor Eduardo Reis critica: "Em muitas igrejas, a lógica do privilégio é explícita: poltronas acolchoadas para os líderes, estacionamentos reservados, filas preferenciais para quem pode contribuir mais".
Efeito pedagógico negativo: A prática ensinaria implicitamente que privilégios sociais são aceitáveis dentro da igreja. Quintã alerta que isso distorce a essência da comunhão cristã.
Hipocrisia institucional: Após as críticas, algumas igrejas tentaram rebatizar esses espaços. A Lagoinha criou uma "Área VIP para voluntários", com massagista e bufê, mas muitos fiéis continuaram a ver a prática com maus olhos.
O Debate Teológico e Pastoral
O fenômeno das áreas VIP reacendeu discussões teológicas profundas:
Igualdade versus pragmatismo: Enquanto alguns pastores defendem a necessidade prática desses espaços, outros insistem que a igreja deve ser um contraponto à lógica de privilégios do mundo.
Acomodação cultural versus fidelidade doutrinária: Há quem argumente que as igrejas devem se adaptar às necessidades contemporâneas, enquanto outros veem nisso uma concessão perigosa aos valores mundanos.
O pastor Luciano Estevam Gomes resume: "Na igreja do Senhor Jesus, até os pastores devem se considerar privilegiados por serem ovelhas que foram retiradas da malhada para exercer os dons dados por Deus".
O Preço da Fé em um Mundo de Desigualdades
A polêmica das áreas VIP nos templos evangélicos reflete tensões mais amplas na sociedade brasileira - entre inclusão e exclusão, entre espiritualidade e celebridade, entre os valores do Reino e as realidades terrenas. Enquanto algumas igrejas argumentam estar apenas respondendo a necessidades práticas, muitas vozes dentro e fora do meio evangélico questionam até que ponto essa prática não estaria corrompendo os princípios fundamentais da fé cristã.
Como observa o cientista político Vinicius do Valle, essas igrejas estão se especializando em um público de maior renda, oferecendo "uma experiência com características de exclusividade e construção sofisticada na relação com a fé". O desafio que permanece é como equilibrar a acolhida a todos - famosos ou não - sem criar divisões que contradigam a mensagem central do Evangelho.
No final, a questão que fica é: até que ponto a fé pode ser "personalizada" para diferentes estratos sociais sem perder sua essência igualitária e comunitária? A resposta a esse dilema pode definir o futuro da relação entre religião e sociedade no Brasil.