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Sweet Child O'
Mine
She's got a smile that it seems to me
Reminds me of childhood memories Where everything was as fresh As the bright blue sky Now and then when I see her face She takes me away to that special place And if I stare too long I'd probably break down and cry Oh! Oh! Sweet child o' mine Oh! Oh! Sweet love of mine She's got eyes of the bluest skies As if they thought of rain I hate to look into those eyes And see an ounce of pain Her hair reminds me of a warm safe place Where as a child I'd hide And pray for the thunder and the rain To quietly pass me by Oh! Oh! Sweet child o' mine Oh! Oh! Sweet love of mine Oh! Oh! Sweet child o' mine Oh! Oh! Sweet love of mine Oh! Oh! Sweet child o' mine Oh! Oh! Sweet love o' mine Where do we go? Where do we go now? Where do we go? Where do we go? Where do we go now? Where do we go now? Where do we go? (Sweet child) Where do we go now? Where do we go now? Where do we go? Where do we go now? Where do we go? Where do we go now? Where do we go? Where do we go now, now, now Now, now, now, now, now? Sweet child Sweet child o' mine |
Minha Doce
Criança
Ela tem um sorriso que me parece
Lembrar-me de memórias de infância Onde tudo era fresco Brilhante como o céu azul De vez em quando eu vejo seu rosto Ela me leva para aquele lugar especial E se eu olhasse por muito tempo Provavelmente perderia o controle e choraria Oh! Oh! Minha doce criança Oh! Oh! Meu doce amor Ela tem olhos dos céus mais azuis Como se eles pensassem na chuva Odeio olhar para dentro daqueles olhos E ver um pingo de dor O cabelo dela me lembra um lugar quente e seguro Onde como uma criança eu me esconderia E rezaria para que o trovão e a chuva Passassem quietos por mim Oh! Oh! Minha doce criança Oh! Oh! Meu doce amor Oh! Oh! Minha doce criança Oh! Oh! Meu doce amor Oh! Oh! Minha doce criança Oh! Oh! Meu doce amor Para onde vamos? Para onde vamos agora? Para onde vamos? Para onde vamos? Para onde vamos agora? Para onde vamos agora? Para onde vamos? (Doce criança) Para onde vamos agora? Para onde vamos agora? Para onde vamos? Para onde vamos agora? Para onde vamos? Para onde vamos agora? Para onde vamos? Para onde vamos agora, agora, agora Agora, agora, agora, agora, agora? Doce criança Minha doce criança |
quinta-feira, 28 de agosto de 2014
Sweet Child O' Mine - (Minha Doce Criança) Guns N' Roses
segunda-feira, 18 de agosto de 2014
Ser ou não ser, fazer ou não fazer – eis a mais nobre das questões!!!
Parafraseando Shakespeare, hoje vivemos num mundo cheio de
dilemas, opções e probabilidades, com essas tecnologias aflorando por todos os
cantos e todos os dias, ditando os rumos dos novos tempos, colocando um sem
numero de possibilidades ao simples toque das nossas mãos.
Essa parafernália
toda instiga e encoraja as pessoas a novas atitudes, por exemplo, vivenciar novas
experiências e tangenciar pelo, até então, desconhecido. Isso vale tanto na
vida profissional quanto na vida particular de muitos.
Vivemos dias
de gloria, em uma nova ordem mundial, onde tudo, absolutamente tudo, é
permitido e, ao menos, experimentado. Se vai vingar ou não, depende do gosto
daquele freguês mas . . . ao menos uma vez é experimentado, exercitando o livre-arbítrio
intrínseco em cada ser pensante e manuseando-o ao seu bel prazer.
A parte
menos expressiva e talvez a mais, visualmente falando, negativa em todo esse
movimento modernista, esta em as pessoas confundirem liberdade de expressão com
libertinagem de exposição. Alguns acham que podem tudo e maculam justamente a
parte mais importante desse movimento todo e que todos podem usufruir, qual
seja, a liberdade de poder fazer tudo aquilo que lhe satisfaça e cause
bem-estar mas, sem ultrapassar a liberdade do próximo ainda que o próximo não
esteja tão próximo assim.
Tem ficado a
impressão de que liberdade em demasia, causa transtornos comportamentais na
maioria das pessoas o que, de certo modo é devastador no contexto geral já que todos
primam e querem usufruir dessa tal liberdade ampla, geral e irrestrita.
Autor: Guilherme
Quadros
Email:
gqkonig@hotmail.com
sábado, 16 de agosto de 2014
quarta-feira, 13 de agosto de 2014
sexta-feira, 8 de agosto de 2014
Leis, leis, leis . . . (David Coimbra - Clic RBS)
Não sou a favor da palmada educativa. E não sou a favor da lei que proíbe a palmada educativa.
Não sou a favor de expulsar alunos da escola. E não sou a favor da norma que proíbe a expulsão de alunos da escola.
Como é que o Estado vai regular pela lei o que tem de ser regulado pelo bom senso?
Até porque, no caso da palmada, o Estado brasileiro não tem nem meios de punir eventuais infratores. Há 500 mil pessoas presas no Brasil, quase meia Porto Alegre. Nas masmorras medievais de Norte a Sul amontoam-se assassinos, traficantes, assaltantes, sequestradores, tratados de uma forma que seria escandalosa, se eles fossem animais de zoológico. Não há lugar para pais lenientes, mesmo que sua negligência tenha permitido que tigres estraçalhassem os braços de seus filhos.
Nos Estados Unidos, a população carcerária é cinco vezes maior, e as cadeias são 50 vezes melhores. A polícia e a justiça têm estrutura para agir. E agem, por Deus que agem. Dura lex mesmo. A lei, nos Estados Unidos, é educativa, como pretendem ser a lei da palmada e a norma que proibiria expulsões em escolas. Mas é educativa não por simplesmente existir, mas por punir. Uma lei sem poder de punição não educa. Ao contrário, deseduca, porque vira piada. Torna-se uma lei que ensina a descumprir a lei.
O pai ou a mãe cruéis, que espancam os filhos, não deixarão de fazê-lo por causa da lei da palmada, pelo singelo motivo de que a lei da palmada não os punirá. A lei da palmada não dá palmada em ninguém. Essa lei também é chamada de Lei Bernardo, em alusão ao menino assassinado no interior do Rio Grande do Sul. Denominação apropriada e, ao mesmo tempo, irônica, porque Bernardo, até onde se sabe, não levava palmada, mas pediu ajuda à justiça devido à indiferença do pai. Quer dizer: os problemas da educação doméstica são mais complexos do que disciplinar ou não os filhos pelo castigo físico.
O que a justiça poderia ter feito naquele caso, além do que fez, chamar o pai e censurá-lo? Ficar com a guarda do menino? Interná-lo na Fase? Piada…
A Lei Maria da Penha não funciona pela mesma razão. Porque o homem que bate na mulher sabe que, se quiser bater, baterá, e a lei pouco poderá fazer contra ele. Ele é detido, volta para casa e espanca a mulher de novo, só que com mais força.
A lei é educativa quando pune, porque a punição é educativa. Diminuir o poder das escolas de punir alunos numa época em que a regra é a leniência, como no caso do pai do menino mutilado pelo tigre, ou a indiferença, como no caso do pai do menino assassinado no RS, diminuir o poder de punição das escolas nesse tempo é mais do que um erro do Estado: é um erro criminoso. As crianças, às vezes, clamam pela punição, porque, ao puni-las, pais e educadores demonstram que zelam por elas. Punição justa não é maldade; é interesse, é cuidado, é atenção. As crianças brasileiras e o povo brasileiro estão carentes de punição, não de crueldade. Carentes de autoridade, não de autoritarismo. Punam os filhos do Brasil. Punam! E mostrarão que se importam com eles.
Colunista DAVID COIMBRA
http://wp.clicrbs.com.br/davidcoimbra
terça-feira, 5 de agosto de 2014
domingo, 3 de agosto de 2014
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