Não é futebol, mas tem clássico!!!
sexta-feira, 1 de março de 2013
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
Uma imagem vale mais que mil depoimentos.
Já foi dito que uma imagem vale mais que mil palavras e não pode ser
diferente, pois hoje com toda a imprensa postada para ver o mais novo anti-herói
corintiano sair do Fórum de Guarulhos e, ao que parece e diz um ditado antigo
que: “uma mentira contada mil vezes, passa a ser uma verdade”, então... Percebe-se que a imprensa brasileira já “comprou” a nova versão.
Mas, voltando ao
depoimento de hoje a tarde. Estava eu flutuando pelos quatro principais canais
que transmitem telejornais a partir das 19h20minhs, até para traçar um juízo de
opinião própria, tendo quatro pontos de vistas diferentes, quando passo pelo
jornal do SBT (foi o camêraman mais bem posicionado para captar uma imagem
desse anti-herói), quando o mesmo mostrou o seu perfil a todos, “FECHANDO
TODOS OS DEDOS DE UMA MÃO E SOLTANDO APENAS O DEDO MÉDIO”, naquele
tradicional gesto quando queremos mandar alguém para...
ATENÇÃO SENHORES: isso
não é uma montagem. A reportagem na integra esta no SBT, se ainda restarem duvidas
sobre o tipo de gente o Clube Corinthians Paulista arranjou como bode-expiatório,
laranja... Sei lá o nome correto desse circo montado que ainda é capaz de
arrumar um incidente diplomático por que nós, brasileiros, estamos passando um
atestado de que a justiça e o povo boliviano são uns imbecis, tolos, idiotas e
o que mais vocês lembrarem.
Sinceramente, isso
envergonha a todos nós, enquanto povo que busca deixar no passado situações que
sempre deterioraram o nome BRASIL quando nos referimos à traços da
personalidade dos brasileiros. “Lei de Gerson” e “jeitinho brasileiro” são
frases que marcaram negativamente a nossa historia, as quais temos trabalhado
arduamente para que fique apenas no passado e signifique folclore num futuro
bem próximo.
Tomara que, todos nós, aprendamos um pouco mais sobre o real significado das palavras transparência, seriedade e responsabilidade nesse episodio boliviano.
Autor: Guilherme Quadros
Email: gqkonig@hotmail.com
domingo, 24 de fevereiro de 2013
Um corintiano "di menor", tá bom...
Se nós, brasileiros, ainda sonhamos com o tal do respeito ao nosso povo
além das nossas fronteiras, se queremos galgar o caminho do primeiro mundo e, ainda,
se quisermos ser um povo que inspire confiança de todos, seria sensato que as
autoridades brasileiras e, aqui me refiro especificamente aos paulistas, se
negassem, ou melhor, não se prestassem a protagonizar, talvez, o maior circo já
montado para indicar e indiciar um possível responsável pelos eventos ocorridos
na Bolívia.
Mais estarrecedor nisso
tudo é perceber que os mentores da apresentação do menor responsável pelo
disparo do sinalizador que culminou por ceifar a vida de, ali no caso em tela,
um menor de idade verdadeiro, serem pessoas com profundo conhecimento jurídicos
dos fatos e das possíveis consequências advindas desse ato, no presente caso
passiveis do escarnio publico por parte de toda a sociedade brasileira, pois um
ato dessa magnitude mancha a todos os brasileiros como sendo fraudadores da
verdade e usurpa de todos nós a dignidade que buscamos lá fora.
As pessoas envolvidas
nesse caso deveriam praticar a nobre arte da sensatez e serem sérias o suficiente para buscar essa verdade tão
necessária e as autoridades paulistas não deveriam se prestar a emendar um soneto
que piora a cada emenda.
Por certo esse “di
menor Corintiano” que esta prestes a ser apresentado sequer tem família, pois
mãe já se percebeu que não tem. Vai ver é mais um desses avanços da ciência:
nasceu de uma chocadeira, pois alguém que se preste a entregar um filho numa
situação que se apresenta, comprometendo toda uma vida e o seu futuro, por mais
grana que receba, pode ser chamada de tudo, menos de mãe. Já aí também um belo caso
para ser investigado pela Promotoria da Infância e Juventude paulista como
sendo um típico caso de exploração de menor e abandono de incapaz. Vai lá
Justiça paulista, vai ...
Do clube Corinthians
Paulista, sinceramente, pouco há que se falar já que seus dirigentes e a imprensa
se prestam a, sistematicamente, tecerem muitos elogios aos atos e atitudes
propiciados pela “fiel torcida corintiana” e cá pra nós, particularmente, os
atos da torcida refletem bem a postura ética e seria do seu time de futebol,
como no presente caso boliviano, quando se falseia a verdade para criar uma
verdade que atenda apenas os seus interesses, mesmo que essa verdade macule e
manche toda uma historia construída e lapidada ao longo de muitos anos.
Não fosse serio por
envolver a perda de uma vida, é passível de piada. Se olharmos atentamente as
imagens, dá para perceber que quem lançou o sinalizador era um bebe de colo e
quem segurava esse bebe era o Mario Gobbi disfarçado de mãe. Difícil vai ser
tomar o depoimento do meliante, pois ele tem apenas 06 meses de idade.
É, realmente, ainda não somos um País de pessoas sérias.
Autor: Guilherme Quadros
Email: gqkonig@hotmail.com
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
"É nóis curintia" mas... E agora "manos"??
Todo o torcedor que se preza e ama seu time, sonha com vitórias, Sê dramáticas
e marcantes, melhor ainda e títulos, muitos títulos, sê de alcance continental
e mundial, aí é tudo de bom.
O brasileiro, é sabido,
tem o gene do futebol no sangue e, lá no âmago do seu ser, sabe que seu time só
vai ser grande aos olhos de todos quando fechar o ciclo de grandes conquistas,
onde incluem-se titulo brasileiro, um continental e o mundial. Com essas
conquistas adquire-se, inclusive, o respeito dos mais ferrenhos adversários,
além do reconhecimento de toda a mídia, particularmente, a de fora do país e
mais, galgar esse caminho não é fácil. Se assim fosse, todos teriam títulos todos os
anos.
Na linguagem do
torcedor apaixonado, a camisa do time é chamada de manto sagrado e é sinônimo
de respeito, objeto quase imaculado, sagrado aos olhos da massa daquele time.
Imagine, então, o
tamanho da dor da imensa nação corintiana ao ver associado à sua maior paixão,
maculando o nome e manchando seu manto sagrado, o evento do sinalizador que
culminou com a morte de um torcedor na Bolívia, pois todo o trajeto caminhado
em 2012, buscando aquele reconhecimento fora do País, hoje já caiu por terra e
pior, tem a marca do Corinthians associado à violência desmedida, gratuita e estampada, talvez ainda com mais espaços, em toda a mídia de todas as partes
do mundo.
Todo o caminho
trilhado, agregando sucesso e reconhecimento do Timão, foi nefastamente tirado
por um ato de uma dúzia de torcedores sem limites, possivelmente, os mesmos que
quebraram e saquearam o aeroporto, quando da viagem para o Japão e, já ali
naquele episodio não sofreram nenhum tipo de critica. Também há que se alertar
o presidente da Nação Corintiana que, ao que pareceu ontem nas entrevistas, mencionou
que aqueles torcedores não eram culpados e quis atribuir o evento do
sinalizador a uma mera fatalidade. Ora, senhor Mario Gobbi, fatalidade seria
se, ao disparar o sinalizador, o mesmo batesse em algum objeto ao subir e
voltasse em direção à torcida. Não no caso latente, flagrado pelas imagens,
onde o mesmo foi disparado intencionalmente em direção à torcida adversária. Era
obvio que iria atingir como de fato aconteceu, alguém do outro lado.
É justamente por esse
tipo de postura de alguns dirigentes de futebol, por esses atos paternalistas e
protecionistas, que o torcedor se julga sem limites e propenso aos mais
variados atos de vandalismo e violência contra tudo e contra todos.
Por fim, a que se alertar
aos clubes de futebol que as torcidas organizadas não podem tornar-se maiores e
mais conhecidas que suas marcas, se assim acontecer, fiquem atentos, pois algo
esta errado e mais, o que realmente organiza e aglutina uma torcida é um
projeto bem feito e com resultados de campo, isso traz o crescimento e enche estádio,
não havendo necessidade de patrocinar essas verdadeiras quadrilhas de bandidos
uniformizados.
E agora “manos”?? Se ficar só no afastamento da torcida do estádio, ainda assim, o manto da Fiel estará, pra sempre, queimando desde o momento que aquele sinalizador foi disparado.
Autor: Guilherme Quadros
Email: gqkonig@hotmail.com
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
sábado, 16 de fevereiro de 2013
Somos todos pura razão e emoção.
A cada dia que ganhamos para vivenciarmos nossas vidas, aprendendo ou
ensinando, amando ou odiando, estendendo ou agarrando uma mão, enfim, conciliando
experiências boas e ruins, emoções do cotidiano que nos remetem da euforia pelo
trabalho novo ou pela promoção, pelo nascimento ou sucesso dos filhos, pela
casa ou carro novo, pelo novo amor ou pelo casamento, às disforias pelo projeto
que não foi aprovado no trabalho, pelo relacionamento pessoal ou profissional
mau acabado e até mesmo pelo time que perdeu. Enfim, nossas vidas são regidas e dão o
tom do equilíbrio quando sabemos balancear a razão e a emoção.
Nesse oceano desconhecido chamado vida, entendo que
cada um de nós é uma embarcação onde temos dois remos, os quais chamamos de
razão e emoção e temos que ter o discernimento exato de que um depende
necessariamente do outro, balanceando as nossas ações de maneira que não
fiquemos demasiado materialistas por usarmos apenas a razão e, tampouco,
excessivamente emotivos por usarmos apenas a emoção.
Uma
pessoa que usa apenas a razão pode até ser justa e correta com todos, mas
jamais vai ter a percepção de uma amizade sincera, um sorriso fraterno ou um
gesto carinhoso, não terá a noção de que cada um vive uma batalha particular
diária, não entenderá que, as vezes, o ambiente condiciona sentimentos e
emoções. Da mesma forma, as pessoas que usam apenas a emoção, tornam-se
vulneráveis e demonstram fraqueza no momento em que precisam tomar uma decisão,
são facilmente manuseadas pelo sistema e, particularmente, sofrem influencia de
pessoas negativas. Enquanto na razão, as coisas são definidas em cima de fatos
concretos e palpáveis, na emoção o sentindo flutua languidamente entre
devaneios e arrepios a flor da pele. Difícil é explicar aos que vivem de
sentimentos e navegam por tórridas emoções que, quando o coração bate mais
forte por uma paixão, a garganta seca e faltam palavras para formular uma frase
de amor ou quando sentimos aquele friozinho da barriga, isso não é tangível.
Mas, sinceramente, quem de nós já não experimentou essas sensações que
simplesmente nos alertam: existimos, logo, estamos vivos e suscetíveis as
emoções da vida.
Já disse o velho mestre Raul que “cada um de nós é um universo”, então todos temos ações e reações diferentes para
uma mesma experiência, alguns choram quando tem que rir, já outros riem quando
tem que chorar. Quem de nós já não riu para expressar um momento de raiva e,
também, já não deixou rolar uma lagrima para demonstrar um momento extremo de
felicidade.
Ainda
não inventaram a formula de administrar nossas razões e emoções sem sermos, ora
duros e truculentos, ora meigos e emotivos. Logo, dar uma remada de cada lado
para a embarcação seguir em frente ainda é a melhor maneira de administrar o
nosso cotidiano, flutuando entre a singeleza doce da emoção com a seriedade
necessária da razão, quando a vida assim nos impõe.
Autor: Guilherme Quadros
Email: gqkonig@hotmail.com
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
Tente outra vez.
Veja
Não diga que a canção está perdida
Tenha fé em Deus, tenha fé na vida
Tente outra vez
Beba
Pois a água viva ainda está na fonte
Você tem dois pés para cruzar a ponte
Nada acabou, não não não não
Tente
Levante sua mão sedenta e recomece a andar
Não pense que a cabeça agüenta se você parar,
não não não não
Há uma voz que canta,
uma voz que dança,
uma voz que gira
Bailando no ar
Queira
Basta ser sincero e desejar profundo
Você será capaz de sacudir o mundo, vai
Tente outra vez
Tente
E não diga que a vitória está perdida
Se é de batalhas que se vive a vida
Tente outra vez
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
Agora temos um ex Papa.
Vejam o paradoxo da renuncia do Papa. Até agora havia “um ex” de tudo e
de todas as funções e profissões mas... ainda não tínhamos um “ex Papa” então,
o circulo se completa com a decisão anunciada pelo próprio Bento XVI que, por
tabela, salvou o noticiário das televisões no inicio da semana por que era só
carnaval ... carnaval... carnaval.
Mas, falando sério,
entendo que é uma decisão difícil e, ao mesmo tempo, sensata do Sumo Pontífice,
considerando sempre a experiência anterior que a Igreja Católica enfrentou
quando o Papa João Paulo II adoeceu e, mesmo sem as melhores condições de
saúde, aparentando uma flagrante figura já combalida, continuou as aparições
publicas.
É obvio que até chegar
a essa decisão, Bento XVI tenha se consumido em algumas centenas de horas de raciocínio
consigo mesmo e, ainda assim, certamente não tenha sido fácil, chegado o momento de
anunciar a renuncia.
É sabido que o atual
Papa enfrentou, talvez, a maior e mais árdua tarefa ao substituir alguém, pois
teve como antecessor nada mais nada menos do que João Paulo II, um “Papa Pop”,
certamente o mais querido por todos os católicos, somando-se a isso os escândalos
de pedofilia e abusos sexuais praticados por alguns membros da Igreja de São
Pedro por todo o mundo, os quais a comunidade em geral ficou, notadamente, com
a percepção de falta de pulso firme do Vaticano no momento de combater esses
deslizes e dar a resposta que todos esperavam e, pior ainda, quando em alguns
momentos, tentou proteger os padres pecadores (veja que contra censo isso). Soma-se
a isso a abissal necessidade de retomar os rumos do catolicismo, revendo
algumas posições e se modernizando, conciliando dessa forma, às necessidades do
seu rebanho com a modernidade dos dias atuais e não com conceitos que remontam
aos tempos da Idade Média.
Talvez, agora, seja uma
oportunidade impar do Vaticano rever conceitos, se atualizar, retomar rumos
importantes e, quem sabe, até impor uma idade limite a pratica do Papado,
protegendo assim, além da Casa de São Pedro, o próprio ocupante do cargo que,
dessa forma, não ficaria exposto às fragilidades do avanço da idade.
Que fique claro,
ninguém quer um lutador de UFC na cadeira do Papa, mas também não se pode expor
publicamente a instituição Igreja e, tampouco, o seu principal administrador,
como aconteceu num passado recente e novamente já estaria acontecendo com Bento
XVI nesse momento.
Acho
que todos ganham com essa decisão.
Autor: Guilherme Quadros
Email: gqkonig@hotmail.com
A tv que ninguém vê.
Por estes dias é até enfadonho ligar a tv, pois são horas e horas de
transmissão de carnaval. Alguém deveria avisar a Band e o SBT que essas
transmissões do carnaval de Salvador e Recife ninguém assiste e não dá Ibope.
Tem gente mentindo pra eles e para os patrocinadores.
Se realmente eles
fizessem uma pesquisa de mercado, já teriam percebido que, com uns filmes apenas
razoáveis na grade de programação, possivelmente teriam um Ibope até superior
às transmissões da Globo, considerando que o carnaval do Rio já era demasiado longo
então, com o incremento das transmissões de são Paulo... piorou.
A Rede TV é o “cachorro
magro” da tv brasileira, pois se contenta com os restos dos eventos e continua
transmitindo o lixo que sobra desses eventos e, ainda, se sujeitando ao
linguajar chulo dos entrevistados.
Restou a Record que
transmite umas séries até 24h00min e,
depois, ...
(ainda
bem que não extinguiram as locadoras)
Autor: Guilherme Quadros
Email: gqkonig@hotmail.com
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