Não vai longe o tempo
em que tínhamos a disposição um sem fim de opções de receitas caseiras de chás medicinais
que, ao longo séculos, supriram a demanda da saúde básica nas residências da
maioria da população mundial. Esse conhecimento foi passado de geração em
geração.
Com o avanço da tecnologia e o surgimento dos fármacos,
as empresas fizeram um trabalho de campo pesquisando profundamente esses
elementos, identificando cada chá que, com uma descrição criteriosa, trazia no
seu bojo, sua finalidade farmacológica e o principio ativo ali inserido que,
depois de separado quimicamente, se transformou nos remédios que temos no
mercado atualmente.
Nesse contexto de conhecimento popular, perdeu-se a
cultura dos remédios caseiros e os chamados “chá da vovó”, que resolvia a
enxaqueca do marido, as dores estomacais do netinho e tantas outras moléstias que
se acometia no seio familiar.
Falar atualmente em chá caseiro chega ser insidioso em
algumas situações, não tendo apoio de ninguém para sua utilização, sendo sua
aplicabilidade quase zero, dado ao distanciamento que houve, no decorrer dos séculos,
da utilização desse conhecimento, com sua aplicabilidade nos dias atuais.
Com certeza absoluta, perdeu-se muito dessa cultura dos remédios
caseiros no seio familiar, da tua comprovada eficácia, resta as historias da
vovó mencionando os milagres com conseguia realizar através dos seus
conhecimentos das chamadas plantas medicinais.
Guilherme Quadros
Email: gqkonig@hotmail.com
Polo Três Passos-RS
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