terça-feira, 16 de setembro de 2025
O Capitão do Mato Travestido de Juiz e os Guardiões da Constituição no STF
segunda-feira, 15 de setembro de 2025
Da Farsa da Picanha ao Estelionato Eleitoral do Gás: Até Onde Vamos Enquanto Nação?
Capítulo 1 – O Cardápio da Mentira
Capítulo 2 – O País dos Embustes
Capítulo 3 – O Gás Que Queima a Dignidade
O brasileiro agora precisa de carimbo estatal até para cozinhar. Não se fala em geração de empregos, em indústria, em futuro. Apenas em “benefícios emergenciais” que nada mais são que correntes douradas para manter o povo preso à dependência governamental.
Capítulo 4 – Até Onde Vamos?
Conclusão – O Verdadeiro Embuste
A pergunta que fica é: vamos continuar engolindo o embuste ou chegou a hora de virar a mesa?
quinta-feira, 4 de setembro de 2025
Por Que a Denúncia de Tagliaferro Contra o STF Não Encontra Eco na Grande Imprensa?
Quando a blindagem substitui a imprensa livre.
Capítulo 1 – O Escândalo Que Não Pode Ser Nomeado
Capítulo 2 – O STF, a Nova Monarquia
Capítulo 3 – A Seletividade da Indignação
Capítulo 4 – O Preço da Blindagem
Capítulo 5 – O Povo Percebe
Conclusão – O Silêncio Como Confissão
No fim, o silêncio não esconde a verdade — apenas denuncia, em alto e bom som, que a liberdade de imprensa tem donos e limites.
Lula Lança Novo Vale-Gás: A Economia dá Esmola e o Crescimento dá Miséria
Porque dar um botijão é mais fácil do que dar dignidade.
Capítulo 1 – O Anúncio Triunfal da Esmola
No fim, é só mais uma esmola disfarçada de política social. É a velha lógica do “não vamos acabar com a miséria, vamos administrá-la”.
Capítulo 2 – O Cálculo Eleitoral do Botijão
Esse tipo de programa não tem nada de inocente. Não é sobre solidariedade, é sobre estratégia:
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Cada família que recebe o vale-gás é mais um eleitor fiel.
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Cada anúncio de “ajuda” é mais um ponto no discurso da campanha.
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Cada dependente do Estado é um voto garantido.
A política da esmola cria um círculo vicioso: o povo agradece pelo favor, mas continua preso à pobreza que o obriga a depender do favor.
Capítulo 3 – A Miséria Como Ferramenta de Governo
O governo adora se vender como “do lado do povo”. Mas na prática, o que faz é perpetuar a miséria. Em vez de incentivar emprego, renda, produção e independência, entrega um vale-gás que não aquece nem o banho gelado do trabalhador.
Afinal, um povo livre e independente vota com consciência; um povo miserável vota com gratidão. E gratidão, nesse jogo, vale mais que qualquer plano econômico.
Capítulo 4 – O Discurso do Progresso Que Não Chega
Lula e companhia discursam sobre “justiça social”, mas a prática é a manutenção da miséria.
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Educação? Continua sendo fábrica de analfabetos funcionais.
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Saúde? Hospitais públicos caindo aos pedaços.
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Emprego? Cada vez mais informalidade e subemprego.
Mas nada disso importa, porque o vale-gás chega e o povo, iludido, acredita que está sendo cuidado. É o pão e circo tropical, só que em vez de pão, vem o botijão.
Capítulo 5 – O País do Botijão
E Brasília, claro, comemora. Porque quanto mais miséria existir, mais justificativa há para programas de esmola que garantem voto e poder.
Conclusão – A Esmola Como Política de Estado
quinta-feira, 28 de agosto de 2025
O BRASIL DAS POLÍTICAS PÚBLICAS E A CRIAÇÃO DE UM PAÍS DE MISERÁVEIS
Quando o Estado promete inclusão, mas entrega exclusão.
Capítulo 1 – A Política Pública como Obra de Teatro
No Brasil, política pública é sempre lançada com pompa e circunstância: ministro sorrindo, presidente discursando, artista global no palco e até criança fofa para dar o tom emocional. No papel, tudo é perfeito. Na vida real, porém, a execução é tão eficiente quanto guarda-chuva furado em temporal.
O espetáculo é bonito, mas, quando a cortina fecha, sobra ao povo a conta — e não a solução.
Capítulo 2 – O Estado Como Grande Fabricante de Dependência
Aqui, as políticas públicas raramente têm como objetivo libertar o cidadão. Não. O objetivo é mantê-lo eternamente dependente da esmola estatal. Programas sociais que não oferecem saída, apenas manutenção. Auxílios que garantem o voto, não a dignidade.
É a fórmula mágica: quanto mais miseráveis existirem, mais eleitores agradecidos surgem. Não é política de inclusão, é política de sobrevivência controlada.
Capítulo 3 – Educação: O Coração da Miséria Planejada
Formar cidadãos pensantes seria perigoso demais: poderiam questionar o sistema. Melhor produzir uma massa que confunda direitos com favores.
Capítulo 4 – Saúde, Segurança e o Círculo da Pobreza
Hospitais sem médicos, filas infinitas, segurança pública entregue ao improviso e transporte digno de piada. Tudo isso empurra a população para a mesma esquina: a da miséria.
E aí, o Estado aparece como salvador, com mais uma política pública que não salva nada, mas rende manchetes positivas. É o ciclo perfeito da manipulação.
Capítulo 5 – O Povo Como Refém
As políticas públicas brasileiras funcionam como coleiras invisíveis.
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Quem recebe auxílio não pode reclamar, senão “perde o benefício”.
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Quem depende da saúde pública não pode se revoltar, senão “fica sem atendimento”.
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Quem depende da escola pública não pode exigir qualidade, senão “a culpa é da falta de recursos”.
Assim, o povo segue amarrado, grato pela esmola, incapaz de exigir justiça.
Conclusão – A Miséria Como Projeto de Poder
E o resultado está diante dos nossos olhos: um país rico em recursos, mas habitado por uma população que luta todos os dias para não cair no abismo da indigência.
quarta-feira, 27 de agosto de 2025
GOVERNO DO BRASIL: DO LADO DO POVO BRASILEIRO
(mas só quando convém, e de preferência com o cartão corporativo em mãos)
Capítulo 1 – O Povo no Discurso, a Casta na Prática
Dizem que o Governo do Brasil está “do lado do povo brasileiro”. Sim, claro. Do lado… bem distante, numa ala VIP climatizada, com cafezinho gourmet pago pelo cartão corporativo — aquele mesmo que vive debaixo de sigilo, porque, obviamente, “transparência demais atrapalha o andamento da democracia”.
Enquanto isso, o cidadão comum enfrenta fila no hospital, buraco na rua e imposto até no suspiro. Mas fiquem tranquilos: lá em cima, eles juram que pensam em nós o tempo todo. Principalmente quando precisam de voto ou de mais aumento de verba para a máquina pública.
Capítulo 2 – Racismo e Contradições Presidenciais
E temos ainda o presidente, que, entre uma frase mal formulada e outra, sempre encontra espaço para soltar um comentário carregado de racismo. É a prova viva de que dá para governar um país inteiro sem nunca ter entendido o significado da palavra “respeito”.
Mas, claro, cada declaração infeliz vira apenas mais um “mal-entendido”. Afinal, o chefe do Executivo é um gênio incompreendido, não é mesmo? Se o povo não entendeu, a culpa é do povo.
Capítulo 3 – O Amor Incondicional pelo Próprio Bolso
“Do lado do povo” também significa:
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Reajustar o próprio salário;
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Aumentar a verba de gabinete;
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Garantir auxílio-moradia para quem já tem mansão;
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E usar avião da FAB como se fosse Uber Black.
Enquanto isso, o brasileiro comum conta moedas para abastecer o carro e escolhe entre pagar a conta de luz ou comprar carne. Mas calma: o discurso oficial é de que “estamos juntos nessa luta”. Só esqueceram de avisar que “juntos” não inclui dividir a fatura.
Capítulo 4 – A Grande Mágica Brasileira
O Governo do Brasil é mestre em transformar problemas reais em narrativas. Saúde? Culpa da gestão passada. Educação? Projeto de longo prazo. Segurança? “Fake news da oposição”. Sigilo de 100 anos no cartão corporativo? Questão de segurança nacional.
É quase uma obra de ilusionismo: nada nunca é responsabilidade deles. Se o povo reclama, é porque não entendeu. Se a mídia mostra, é porque persegue. Se as contas não fecham, é porque “a economia mundial está difícil”. Mas a conta do banquete segue fechando muito bem — sempre com dinheiro público.
Conclusão – O Povo Que Aguente
Enquanto o povo brasileiro enfrenta a realidade, o governo continua vivendo no seu próprio universo paralelo, onde tudo se resolve com discurso ensaiado, propaganda oficial e… mais uma passada no cartão corporativo.
No fim, resta a dúvida: estão do lado do povo ou em cima dele?
terça-feira, 12 de agosto de 2025
A Queda da Bastilha Francesa e o Reflexo da Realidade Brasileira: Será o Início da Queda de Brasília?
Quando a revolta de 1789 encontra a paciência de 2025.
Capítulo 1 – O Dia em que o Povo Perdeu o Medo
Em 14 de julho de 1789, o povo francês tomou a Bastilha. Não foi apenas a queda de uma prisão: foi o símbolo da destruição de uma casta que vivia de impostos, privilégios e desprezo pelo resto da população. A partir dali, a monarquia absolutista começou a sangrar até desaparecer.
Avançando mais de dois séculos, chegamos ao Brasil, onde Brasília funciona como uma Bastilha moderna — só que muito mais confortável, com ar-condicionado, tapete persa e cafezinho pago pelo contribuinte. A diferença é que, por enquanto, ninguém derrubou seus portões.
Capítulo 2 – O Castelo de Concreto
Se a Bastilha representava a opressão e o abuso do poder, Brasília representa algo parecido:
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Políticos que legislam para si;
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Magistrados que decidem como monarcas;
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Servidores de elite blindados por privilégios.
Lá na França do século XVIII, o estopim foi o aumento do preço do pão. Aqui, o pão já está caro faz tempo, mas seguimos tentando disfarçar a fome com novela, futebol e carnavais fora de época.
Capítulo 3 – O Eco da História
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A desigualdade é gritante;
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O desprezo pelas necessidades populares é institucional;
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E o isolamento das elites é cada vez mais ostensivo — vide ministros e autoridades que não querem “contato com pessoas mal-intencionadas” em aeroportos.
O problema é que, quanto mais alto se constrói a muralha, mais violenta costuma ser a queda.
Capítulo 4 – Brasília Está Segura?
Conclusão – As Bastilhas Não Duram Para Sempre
A lição é simples: nenhuma fortaleza resiste quando o povo perde o medo. A França descobriu isso no final do século XVII. Brasília ainda não — mas está brincando com a mesma receita:
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Privilégios concentrados;
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Desprezo pela realidade;
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E uma população cansada de bancar um luxo que nunca usufrui.
A queda pode não vir amanhã. Mas, como a história já provou, as Bastilhas sempre caem. E quando caem, caem rápido.
TST e o Serviço VIP no Aeroporto: Em Que Mundo Essas Pessoas Vivem?
Quando a bolha é tão grossa que até o oxigênio é filtrado.
Capítulo 1 – Justiça do Trabalho, Mas Não o Mesmo Trabalho
O Tribunal Superior do Trabalho anunciou que seus membros terão serviço VIP em aeroportos para “evitar contato com pessoas mal-intencionadas”. Em outras palavras: segurança reforçada, atendimento especial, embarque e desembarque sem ter que olhar nos olhos da plebe.
Capítulo 2 – O Medo da População que Sustenta a Conta
A narrativa é linda: “proteger contra pessoas mal-intencionadas”. Traduzindo: evitar que alguém ouse questionar decisões, salários, benefícios, penduricalhos, férias de 60 dias ou diárias de hotel cinco estrelas pagas com o dinheiro de quem espera audiência trabalhista por anos.
Parece piada, mas é sério: o contribuinte paga para ser mantido longe daqueles que deveriam servir… o contribuinte. É a inversão perfeita da lógica pública: o servidor é protegido do público, e não o contrário.
Capítulo 3 – Bolha Blindada
Esse “isolamento preventivo” é só mais um sintoma do Brasil das castas jurídicas, onde juízes e ministros vivem num ecossistema paralelo:
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Viagens custeadas pelo erário;
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Auxílio-moradia mesmo morando na própria cidade;
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Salários acima do teto com criatividade contábil;
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E agora, corredores exclusivos nos aeroportos, como se a realidade fosse uma doença contagiosa.
Enquanto isso, o cidadão comum enfrenta fila na Receita, fila no SUS e fila na audiência trabalhista. Mas, claro, é ele que representa o risco.
Capítulo 4 – Pessoas Mal-Intencionadas ou Gente de Memória Boa?
Talvez o TST tema, não “pessoas perigosas”, mas pessoas bem informadas. Aquelas que lembram das decisões controversas, das verbas milionárias liberadas a empresas amigas, das greves silenciosamente sufocadas e dos privilégios mantidos à base de interpretações jurídicas criativas.
Porque, convenhamos, “pessoa mal-intencionada” é um conceito amplo. Pode ser desde um criminoso até um cidadão indignado — e, em tempos como os nossos, indignação é praticamente contrabando.
Conclusão – A Justiça que Não Pega Conexão
O TST quer se proteger do povo, mas o povo já está protegido do TST há muito tempo — protegido de vê-lo trabalhando com a urgência que a realidade exige.
No mundo deles, a ameaça é um cidadão com perguntas. No nosso, a ameaça é viver num país onde quem deveria servir se isola para não ouvir. E isso não se resolve com corredor VIP — se resolve descendo do salto e pegando o mesmo voo que a gente.
Mas, pensando bem… talvez seja pedir demais a quem já mora acima das nuvens.
quarta-feira, 6 de agosto de 2025
Brasil: O Pai da Nova Moeda Mundial (E o Castigo por Sonhar Grande Demais)
Quando um país periférico resolve brincar de potência e se esquece de que ainda está no recreio do Império.
Capítulo 1 – A Ilusão da Relevância
O Brasil adora um protagonismo simbólico. Gosta de discursar em fóruns globais, de citar Paulo Freire em conferências que ninguém escuta, de tentar sentar na janelinha do G20 enquanto carrega a marmita furada do Mercosul.
Agora, resolveu inovar: quer ser “o pai” da moeda mundial que substituirá o dólar americano. Sim, você leu certo. O país onde o Pix é mais confiável que o Congresso quer liderar o movimento que vai reformular o sistema financeiro global. Ambição? Tem. Estrutura? Nem wi-fi no interior do Piauí.
Capítulo 2 – O Filho Não Nascido da Desdolarização
A proposta da tal “nova moeda dos BRICS” é até charmosa: livrar-se da dependência do dólar, negociar diretamente entre potências emergentes, reduzir a influência das sanções unilaterais americanas… Parece um plano sólido, até você lembrar que:
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Índia e China mal se cumprimentam;
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Rússia está ocupada sendo cancelada por meia ONU;
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África do Sul está tentando sobreviver à própria crise de energia;
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E o Brasil… bem, o Brasil quer liderar o projeto com uma dívida interna que já ameaça a aposentadoria de quem nem nasceu.
Mas calma, tudo sob controle. Já temos até o nome provisório: “Moeda da Soberania”. Pena que ninguém ainda explicou quem vai confiar sua reserva internacional num consórcio onde um dos membros paga em banana e o outro exige em rublo.
Capítulo 3 – Sonhou? Paga.
Não demorou muito para o castigo começar. De forma sutil, claro — como toda retaliação moderna:
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Investigações internacionais surgem com “timing curioso”;
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Agências de risco reduzem a nota brasileira com base em previsões atmosféricas e signos;
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ONGs e diplomatas começam a achar “problemas graves” no agro, na Amazônia, nos direitos humanos, na cor da bandeira, no samba e no modo como pronunciamos "BRICS".
Capítulo 4 – O Império Sorri com a Caneta na Mão
Enquanto o Brasil sonha com a tal “liderança multipolar”, os EUA assistem de camarote. Eles sabem que o maior aliado deles aqui é o bom e velho caos institucional brasileiro.
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Propor moeda nova sem sequer ter banco central independente?
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Falar em soberania financeira quando metade do país depende de commodities cotadas em… dólar?
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Criar nova ordem mundial com um Congresso que ainda debate se o imposto é de renda ou de sobrevivência?
No fundo, o império nem precisa intervir. Basta deixar o Brasil falando sozinho — e a elite local, bem treinada, cuida do resto. Cancelam, sabotam, chamam de “populismo perigoso”. E pronto. Moeda enterrada antes do primeiro protótipo.
Conclusão – Sonhar Grande é um Crime de Classe
Mas tudo bem. Pelo menos temos discurso bonito na ONU — e é isso que importa, né?
terça-feira, 5 de agosto de 2025
Brasil: um País com Presidente de Toga
(Quando a caneta suprema escreve mais que a Constituição)
Introdução – Vossa Excelência é o quê, mesmo?
No Brasil, vivemos sob o regime presidencialista. Pelo menos no papel. Porque, na prática, quem manda mesmo veste toga, não faixa. E não, não estamos falando de um golpe militar — é só o STF mesmo, aquele clube seleto onde a Constituição é interpretada com a leveza de quem dobra regras como origamis ideológicos.
A Suprema Arte da Intromissão
Há quem diga que o Supremo Tribunal Federal deveria se limitar a julgar, e não governar. Mas isso é papo de gente que ainda acredita em separação de Poderes — esses românticos da democracia. No Brasil de 2025, o que temos é um tribunal que legisla, executa, censura, edita vídeo, analisa postagem no Instagram e, se bobear, indica até o técnico da Seleção.
Presidente da República? Só se for por cortesia.
O cargo de presidente ainda existe, claro. Tem agenda, discursos, lives… mas todo projeto importante precisa passar pelo filtro iluminado de suas excelências. Não gostaram? Inconstitucional. Fere o “espírito da Carta Magna” (a interpretação deles, é claro, que muda de acordo com o vento — ou a manchete do dia).
Democracia sob tutela
Aqui, a liberdade de expressão é plena — desde que você não fale nada que desagrade alguém com toga. Criticou o ministro? “Atentado à democracia.” Fez piada com o Supremo? “Fake news.” Compartilhou um meme? “Ameaça institucional.” Num país onde o humor virou crime e o silêncio virou prova de culpa, o que sobra é um povo amordaçado com o selo do “Estado Democrático de Direito”.
A Imprensa Aplaude (ou se cala)
Enquanto isso, boa parte da mídia joga confete. Afinal, criticar o STF virou sinônimo de “ataque à democracia” — e isso não pega bem no editorial do fim de semana. Questionar virou suspeita. Dissonância virou crime. E quem não aplaude, vira alvo. É a liberdade de imprensa com rodinha de treinamento e rédea curta.
Conclusão – O Juiz Apitou, e Agora Ele Joga
O Brasil é, oficialmente, um país com três Poderes. Mas só um parece realmente exercer o poder. Os outros dois — Executivo e Legislativo — seguem existindo, claro, como figurantes de luxo num teatro institucional onde o juiz não só apita, como marca o gol, escolhe o placar e ainda decide quem vai ser vaiado.
Mas calma, cidadão. Está tudo dentro da legalidade. Pelo menos, da legalidade segundo… eles.