Para satisfazer a curiosidade e conhecimento e, ainda dimensionar o tamanho disso tudo que nos cerca.
sábado, 19 de janeiro de 2013
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
Apenas reproduzindo uma verdade sobre "graça e fé vendidas a peso de ouro".
Texto colhido do site da FOLHA DE SÃO PAULO, no dia 18/01/13.
Edir
Macedo lidera lista da 'Forbes' dos pastores mais ricos do Brasil.
Famosa por seus rankings de milionários pelo mundo, a revista
norte-americana "Forbes" publicou em seu site reportagem (aqui, em inglês) na
qual lista os pastores evangélicos mais ricos do Brasil.
A lista é encabeçada de longe pelo líder da Igreja Universal do Reino
de Deus, bispo Edir Macedo,
com riqueza estimada em US$ 950 milhões (cerca de R$ 1,9 bilhão) e dono
de empresas que incluem, entre outras, a Rede Record, o jornal "Folha
Universal" e uma gravadora de música gospel.
A assessoria da Universal diz
que o valor é incorreto e que o patrimônio de Macedo não é público. "O
patrimônio pessoal do bispo Macedo, como de qualquer cidadão que não exerce
atividade como servidor ou agente público, não é questão que mereça
publicidade", afirmou, em nota, a assessoria da igreja.
Os valores citados no site da
revista não são oficiais. As estimativas foram baseadas em informações
publicadas na imprensa brasileira com dados do Ministério Público e da Polícia
Federal.
"A religião sempre foi um
negócio lucrativo. E se você for um pregador evangélico brasileiro, as chances
de você encontrar uma mina de ouro é bem grande", diz trecho da
reportagem.
Em segundo na lista de pastores abastados, a 'Forbes' coloca o apóstolo Valdemiro Santiago,
líder da Igreja Mundial do Poder de Deus e dissidente da Universal, de onde
saiu para fundar a sua própria vertente. Segundo a revista, sua fortuna soma
US$ 220 milhões (R$ 450 milhões).
Logo atrás aparece Silas
Malafaia (US$ 150 milhões, ou R$ 305 milhões), da Assembleia de Deus
Vitória em Cristo, R.R. Soares
(US$ 125 milhões, ou R$ 255 milhões), da Igreja Internacional da Graça de Deus,
e o casal Estevam e Sônia Hernandes
(US$ 65 milhões, ou R$ 130 milhões), da Renascer em Cristo.
A revista destaca ainda o crescimento do número de evangélicos no
Brasil -- de 15,4% para 22,2% da população em uma década - e a popularização da
teologia da prosperidade --movimento que prega o bem-estar material do homem--,
adotada pela maior parte das religiões neopetencostais.
Segundo a reportagem, muitos
jovens no Brasil sonham em se tornar um pregador evangélico de olho não só no
dinheiro que a atividade pode proporcionar, mas também no prestígio. Como
exemplo, a 'Forbes' lembra que recentemente o governo concedeu passaportes
diplomáticos a líderes evangélicos e que muitos são cortejados por candidatos
durante o período eleitoral.
"Como a Bíblia diz, fé
move montanhas. E dinheiro também", conclui a reportagem.
Procurada, a Universal
considerou preconceituoso o tom que o texto adota contra as igrejas
evangélicas. A assessoria do pastor Malafaia afirmou que ele não vai se
pronunciar sobre a reportagem. Os demais citados na reportagem não retornaram
ou não foram encontrados.
“fonte
da informação: site da FOLHA DE
SÃO PAULO, no dia 18/01/13”.
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
O apertador de parafusos
Fazer um comentário acerca de uma fabula que corre solta pela internet com
varias versões e, dependendo do local, troca alguns nomes e objetos, mas a essência
sempre é a mesma, já que trata da competência, capacidade e, principalmente, do
conhecimento, que cada individuo possui e que é só seu não é assim “tão complexo”.
Difícil, nos dias de hoje talvez seja mensurar o valor que o conhecimento e a competência
tem em cada pessoa e, mais ainda, o reconhecimento por parte de quem venha a
usufruir desse talento.
A estória pode ter
acontecido em uma grande empresa do Japão, em Hong Kong, na Rússia ou na Índia
ou ainda dentro de uma grande empresa alemã ou, quem sabe, nos arredores de
Nova York, mas com certeza, será familiar a muita gente.
“um certo conglomerado
do setor telecomunicações adquiriu um computador de ultima geração, capaz de
produzir e organizar bilhões de chamadas por segundo, o que iria propiciar a essa
holding finalmente a possibilidade de dominar o mercado de celulares e
comunicações através de inúmeros aplicativos dos iphone, incluindo aí acessos
em 3 e 4G para internet. A mais retumbante revolução em se tratando de melhorar
a vida dos usuários e dominar o mercado, com faturamento multiplicado
geometricamente.
Depois de tudo
funcionando, novos produtos no mercado, os fabricantes do oriente não
conseguindo vencer a demanda de tantos e variados aparelhos (claro, é no
oriente que estão as linhas de produção). Exatos três meses depois não é que dá
um tilte e o supercomputador simplesmente desligou, parou de operar, criando
transtornos a milhões de usuários em varias partes do mundo, já que todos os
produtos eram lançamento mundial.
Em dois dias o prejuízo
era incalculável, ações despencando nas bolsas europeias, ameaça de recessão em
alguns países, aparelhos encalhados nas lojas. Parou tudo. A empresa que havia
fornecido o supercomputador relatou que a garantia era de três meses, dada à
complexidade do mesmo.
Então, requisitou-se os
serviços de um técnico que prontamente os atendeu e, considerando a importância
e gravidade do momento fora acompanhado pelo presidente da holding no trabalho
de detecção do problema.
O técnico chegou com
sua maletinha de ferramentas, olhou, ligou a tomada, desligou-a novamente,
olhou em cima e atrás do equipamento, tirou uma chave de fenda, apertou dois
parafusos, ligou-o na tomada e zuumm, novamente a maquina de milhões de dólares
voltava a operar na sua plenitude.
O presidente da empresa
estava realizado com o feito, pois todo o projeto estava salvo e o lucro
voltaria num piscar de olhos. Considerando que o conserto não durara mais do
que cinco minutinhos, foi logo perguntando quanto custaria o conserto, no que o
técnico respondeu de pronto que custaria US$ 1.000,00 dólares. O caro
presidente esbravejou que aquilo era loucura, pois não poderia ser cobrada
aquela exorbitância, considerando o tempo gasto na realização daquele serviço
exigindo, assim, que o mesmo fosse especificado na nota. O que o técnico assim
o fez:
Apertar 02
parafusos
|
US$ 10,00
|
Saber quais os
parafusos a apertar
|
US$ 990,00
|
Total
|
US$ 1.000,00
|
Eis aqui a essência do valor do conhecimento.
Ele é só teu e ninguém pode dimensionar de quantas coisas boas da vida você
abriu mão para angariar esse conhecimento, quantas horas de estudo, quantas
noites em casa, quantos sorrisos não dados, quantas horas de namoro não
curtidas justamente para usufruir e ter um diferencial que é só teu.
Portanto,
jamais permita que alguém coloque preço no teu conhecimento ou tente se
beneficiar das coisas que você sabe. O mundo esta cheio de preguiçosos presunçosos
que nada mais fazem além de tentarem sugar o seu conhecimento e usa-los como
trampolim para alçarem lugares que, por justiça seriam seus.
Autor: Guilherme Quadros
Email: gqkonig@hotmail.com
domingo, 13 de janeiro de 2013
Animação em 3 D - era dos dinossauros
Naquela época se percebia o quando a vida "já era competitiva"
Novas imagens de Marte
A Nasa liberou novas imagens captadas pelo robô Curiosity do planeta vermelho - Marte.
Bem curioso e interessante.
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
A competição e a vaidade no meio social.
A vida de todos nós é uma eterna competição de todos contra todos. Vivemos
ao longo dos anos competindo dentro dos nossos círculos de amizades e
conhecidos pra ver quem tem o melhor carro, a mais bela casa, o melhor emprego
e salario, quem tem ou pega a mulher mais linda e por aí vai.
As nossas satisfações
pessoais, enquanto seres humanos se limitam a isso. As pessoas são naturalmente
volúveis e, não raras vezes, quando acontecem aqueles encontros sociais entre
varias pessoas de “meios sociais” semelhantes, mas que não se viam a um certo
tempo, elas esquecem de curtir “aquele momento” que é “o que a vida pode nos dar de
bom”, que serve para desestressar, rir a toa, contar ou ouvir uma
piada sem graça mas que faz rir mesmo assim, jogar conversa fora e curtir a
vida. Isso tudo é naturalmente irrelevante se a competição se instala e fica
tão serio que se compete até pra ver ou contar quem do grupo viajou pra mais
longe nas ferias.
Esse tipo de competição,
sei lá se é saudável ou não, mas esta dentro do DNA de cada um de nós, pois
vivemos num mundo essencialmente consumista em que a sociedade e o grupo social
que nos cerca leva em conta o tipo de roupa que você veste, a marca do tênis
que você usa, a escola das crianças, e até o clube que frequenta, fazendo com
que as pessoas se esmerem para estar nesse convívio social, as vezes pagando um
preço muito alto.
A linha que separa o
conforto financeiro do esforço financeiro, em algumas situações, é muito tênue
e preço a ser pago é, notadamente, muito alto, pois às vezes, algumas atitudes
impensadas geram primeiro a instabilidade financeira seguindo-se a
instabilidade emocional que, na maioria das ocasiões, acabam com
relacionamentos, destruindo famílias e lares.
Para concluir a que se
perguntar se a tal da ostentação não nos dá apenas uma sensação de prazer
superficial que, sinceramente, jamais irá substituir ou ser maior que uma
gargalhada gostosa, um abraço fraterno ou aperto de mão sincero em nossos
conhecidos.
Autor: Guilherme Quadros
Email: gqkonig@hotmail.com
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
“Você tem experiência”?
Num processo de seleção da Volkswagen do Brasil, os candidatos deveriam
responder à seguinte pergunta:
“Você tem experiência”?
A redação abaixo foi desenvolvida por um dos candidatos. Ele foi
aprovado e seu texto está fazendo sucesso, e com certeza ele será sempre
lembrado por sua criatividade, sua poesia, e acima de tudo por sua alma.
REDAÇÃO VENCEDORA:
Já fiz cosquinha na minha irmã pra ela parar
de chorar.
Já me queimei brincando com vela.
Eu já fiz bola de chiclete e melequei todo o
rosto.
Já conversei com o espelho, e até já brinquei
de ser bruxo.
Já quis ser astronauta, violonista, mágico,
caçador e trapezista.
Já me escondi atrás da cortina e esqueci os
pés pra fora.
Já passei trote por telefone.
Já tomei banho de chuva e acabei me viciando.
Já roubei beijo.
Já confundi sentimentos.
Peguei atalho errado e continuo andando pelo
desconhecido.
Já raspei o fundo da panela de arroz
carreteiro.
Já me cortei fazendo a barba apressado.
Já chorei ouvindo música no ônibus.
Já tentei esquecer algumas pessoas, mas
descobri que eram as mais difíceis de esquecer.
Já subi escondido no telhado pra tentar pegar
estrelas.
Já subi em árvore pra roubar fruta.
Já caí da escada de bunda.
Já fiz juras eternas.
Já escrevi no muro da escola...
Já chorei sentado no chão do banheiro.
Já fugi de casa pra sempre, e voltei no outro
instante.
Já corri pra não deixar alguém chorando.
Já fiquei sozinho no meio de mil pessoas
sentindo falta de uma só.
Já vi pôr-do-sol cor-de-rosa e alaranjado.
Já me joguei na piscina sem vontade de voltar.
Já bebi uísque até sentir dormente os meus
lábios.
Já olhei a cidade de cima e mesmo assim não
encontrei meu lugar.
Já senti medo do escuro, já tremi de nervoso.
Já quase morri de amor, mas renasci novamente
pra ver o sorriso de alguém especial.
Já acordei no meio da noite e fiquei com medo
de levantar.
Já apostei em correr descalço na rua,
Já gritei de felicidade,
Já roubei rosas num enorme jardim.
Já me apaixonei e achei que era para sempre,
mas sempre era um “para sempre” pela metade.
Já deitei na grama de madrugada e vi a Lua
virar Sol.
Já chorei por ver amigos partindo, mas
descobri que logo chegam novos, e a vida é mesmo um ir e vir sem razão.
Foram tantas coisas feitas.
Tantos momentos fotografados pelas lentes da
emoção e guardados num baú, chamado coração.
E agora um formulário me interroga, me encosta
na parede e grita:
'Qual sua experiência?'
Essa pergunta ecoa no meu cérebro: experiência...experiência...
Será que ser “plantador de sorrisos” é uma boa experiência?
Sonhos!!! Talvez eles não saibam ainda colher
sonhos!
Agora gostaria de indagar uma pequena coisa para quem formulou esta
pergunta:
Experiência? "Quem a tem, se a todo o momento tudo se renova?"
(fonte de pesquisa: GOOGLE)
Apenas pra galera aí dá uma relachada - o som é bom.
O ritmo é bom, a letra boa e as mina, ótimas!!!
Tomara aí que a galera consiga "alçar o vôo" do sucesso.
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
Divergências no julgamento do mensalão.
Tem causado uma enorme repercussão junto à opinião publica o julgamento
das pessoas envolvidas no mensalão, muito em função desses indivíduos estarem
circulando muito próximos do seio do poder da Republica e suas relações estarem
intrinsecamente ligadas ao coração do poder.
Aos envolvidos deve ter
causado uma enorme surpresa o fato de que, apesar de ser o ato do julgamento propriamente
dito para se apurar o amago de toda a verdade vertente a cada fato pelos quais lhes
eram imputadas as acusações, pessoas formadoras de opinião muito próximas a eles,
enquanto usufruindo das benesses do poder, simplesmente afastaram-se, “sentarão
em cima da cola” e desceram impropérios contra esses acusados nos seus espaços,
nos mais diversos veículos de comunicação do país, fomentando a opinião publica
e instigando, de maneira forçosa, a condenação de todos os envolvidos.
Mais estarrecedor ainda
foi ver pomposos espaços sendo concedidos na mídia a um ministro que,
sinceramente, carece do principio basilar quando se intenta numa demanda
judicial, qual seja, o respeito à parte contraria. Sem falar que eu fiquei com
a nítida impressão de que o cargo de revisor, no caso em tela, era totalmente
dispensável pra não dizer inócuo já que jamais se prestou para emitir seu juízo
de valor, pois toda vez que deveria fazê-lo, era grosseiramente compelido a
desistir de seu intento pelo eminente relator do caso. Mais gritante ainda foi
perceber que, quando o senhor relator “sentindo-se o dono do pedaço”, já que
ninguém havia interpelado qualquer dos seus atos, passou a atacar todos os
colegas da corte que se atrevessem a qualquer questionamento sobre sua opinião,
fazendo com que a Corte Suprema do País passasse a toda opinião publica um
atestado de subserviência à pessoa dele, relator.
No caso especifico o
que ficou latente e pode servir de exemplo a não ser seguido por ninguém é que
soberba, descontrole e desrespeito não podem servir de salvo-conduto para quem
quer que seja alcançar seu intento.
Por fim, vi e ouvi um
monte de “especialista em direito” tecerem inúmeras opiniões sobre o caso,
mensurando multas e as mais variadas penas aos “supostos culpados” (lembrem que
ninguém é culpado até o transito em julgado), mas e o “duplo grau de
jurisdição”, direito basilar, clausula pétrea, insculpido na Constituição
Federal, a qual se presta para revisar e confirmar ou não a culpabilidade de
alguém?
Alguns do grupo ali têm
esse direito. Onde vai ser exercido esse duplo grau de jurisdição? Pelo próprio
STF? E os impedimentos?
Alguém aí se habilita
?????????????
Autor: Guilherme Quadros
Email: gqkonig@hotmail.com
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