Jogo bonito, organizado, intensidade lá em cima… os caras parecem que jogam outro esporte. Tudo no lugar, passe encaixado, jogador sabendo o que fazer antes mesmo da bola chegar.
Aí desliguei a TV.
E lembrei do Grêmio.
Na hora me veio um pensamento profundo, quase filosófico:
isso não é futebol… isso é desigualdade social esportiva.
Não é possível que só a gente precise sofrer assim.
Então proponho aqui uma medida justa, democrática e extremamente necessária:
vamos socializar o sofrimento.
Funciona assim:
A gente pega — com todo respeito — um desses elencos aí, pode ser do City, pode ser do Chelsea (apesar do 0x3, sabemos que foi fora da curva), tanto faz… os caras jogam demais.
Traz pra Porto Alegre.
Coloca no lugar do elenco do Grêmio.
E manda o nosso time pra Inglaterra.
Simples.
Aí sim o futebol fica justo.
Outros… praticam resistência emocional.
É praticamente um curso intensivo de gestão de expectativa.
Por isso reforço:
vamos socializar o sofrimento.
Porque enquanto uns discutem esquema tático, posse de bola e pressão alta…
a gente só quer uma coisa simples:
um passe que chegue no pé.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Olá leitor, caso queira deixe seu comentário e responderemos assim que possível.