Li a declaração de um diretor do Olympique de Marseille depois de uma derrota:
“A mim não enganam.”
Porque, sinceramente, tem coisas que são universais no futebol.
E isso, meu amigo… não engana ninguém.
É outra coisa.
E o torcedor ali, quieto… pensando:
“A mim não enganam.”
Porque quem acompanha sabe a diferença entre perder lutando e perder sem alma.
Agora, quando parece que ninguém se encontra, ninguém chama a responsabilidade, ninguém muda o rumo…
aí não tem discurso que resolva.
E o mais curioso é que isso não acontece só aqui.
Lá na França, lá na Europa, lá onde o futebol é milionário, estruturado, moderno…
também acontece.
Porque no fim das contas, o problema não é geografia.
É atitude.
E talvez essa seja a parte mais difícil de aceitar:
o futebol pode ter evoluído em tecnologia, preparação, análise de desempenho…
mas o básico continua sendo o mesmo de sempre:
vontade de jogar bola.
O torcedor pode até ser apaixonado.
Mas não é cego.
E quando chega nesse ponto…
não precisa de análise aprofundada.
Basta uma frase:
“A mim não enganam.”
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