O resultado é devastador: uma sociedade que já não pensa — apenas reage.
O Fundamentalismo Não Quer Entender: Quer Vencer
E bolhas não convivem: colidem.
Reduzir Tudo ao Mesmo Nível É Caminho Seguro Para a Ignorância Coletiva
Essa distorção intencional:
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tira da sociedade a capacidade de distinguir ameaças reais,
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banaliza genocídios,
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mistura políticas sociais com regimes totalitários,
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e destrói completamente a memória histórica.
Uma sociedade que não sabe diferenciar perde também a capacidade de se proteger.
Quando Ideologia Vira Religião, a Realidade Fica em Segundo Plano
E nesse contexto:
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fatos viram inconvenientes,
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livros viram inimigos,
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história vira propaganda,
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e qualquer tentativa de debate vira “ataque”.
A Sociedade Paga a Conta do Extremismo
Enquanto brigamos com rótulos, a vida real passa ao lado:
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falta saneamento,
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falta educação,
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falta segurança,
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falta emprego,
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faltam políticas públicas concretas.
Os extremistas vivem de guerra cultural — o povo vive de necessidades reais.
O ódio ideológico não pavimenta rua, não reduz fila de hospital, não gera renda.
Ele só gera… mais ódio.
O Perigo de Normalizar Extremismos
Ele não apenas confunde — ele entorpece a percepção coletiva.
E uma sociedade que não consegue reconhecer o que é autoritarismo, o que é política social, o que é genocídio, o que é regime econômico, se torna presa fácil para quem quer manipular as massas.
É assim que surgem falsos salvadores, falsos inimigos e falsos debates que consomem energia que deveria ser usada para evoluir.
Conclusão: O Preço do Fanatismo é a Estupidez Coletiva
Mas o fundamentalismo — de ambos os lados — transforma tudo em guerra, e a guerra é sempre inimiga da compreensão.
Porque enquanto brigamos sobre narrativas, o país continua precisando de soluções — e estas nunca vêm do fanatismo, mas da razão.
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