Agora são exatamente 22:32, do dia 19 de novembro de 2012, e
esse é o resultado parcial do confronto, se é que podemos chamar essa chacina
de confronto, entre o Estado Americano de Israel e os Palestinos, encurralados
na Faixa de Gaza.
Primeiro:
fiquem tranquilos, pois não há equivoco em mencionar que Israel nada mais é do
que um Estado Americano encrustado no meio de um território muçulmano, armado
até os dentes com o que tem de melhor em tecnologia de guerra, com um
agravante, considerando que é um “País” totalmente agressor e invasor de territórios,
pleiteando, sempre com o aval americano, que seus vizinhos não possuam nenhum tipo
de arma. Então fica assim nessa carnificina: é Israel com munição tele guiada a
laser e os Palestinos com um misero revolver calibre 22, fabricado na
argentina. Isso se a ONU não confiscar essa “arma letal” dos Palestinos.
Segundo:
Temos que dar a mão a palmatória pelo menos em um aspecto. Esses israelenses
tem um faro para achar e exterminar com muçulmanos terroristas que é de louvável
admiração, pois num dos primeiros bombardeios efetivados na Faixa de Gaza, não
é que os caras eliminam um bebe de onze meses, filho de um jornalista que, se
ainda não foi anunciado, podem ter certeza que a inteligência israelense
juntamente com o F.B.I. irão descobrir logo que aquele bebe nada mais era do
que um terrorista que já estava sendo treinado e esse repórter aí também vai
ser anunciado como terrorista. Podem ter certeza. Logo deveriam ser eliminados.
Os dois, claro.
Agora,
falando serio.
O que causa
constrangimento e revolta é exatamente se permitirem esses ataques indiscriminados
a população civil com a conivência total, ampla e irrestrita do tal do Conselho
de (IN) Segurança da ONU, que se presta para apenas defender os interesses
americanos, quando se trata de conflito, em qualquer parte do planeta. São
exatamente esse tipo de gente que associa todo o mundo árabe ao terror, os que
acabam não enxergando quando aquele povo é massacrado em massa,
particularmente, essa carnificina de crianças inocentes abatidas sem dó, nem
piedade na Faixa de Gaza.
É obvio que qualquer um de nós iria e
vai partir para a retaliação, vendo uma bomba de 500 quilos cair em cima da tua
casa, dizimando tua família. Se alguém sobreviver, vai mover montanhas para que
aquele agressor sinta a mesma dor daquela perda.
Para esse pessoal valente que gosta
de guerra, o ideal seria, quando já não houvesse mais a possibilidade do dialogo
colocar de um lado o Barak Obama e o Netanyahu e do outro os lideres do Hamas e
Fatah para “o corpo a corpo” e com um detalhe: nos seus quintais e com suas famílias.
Seria bom ver se eles realmente são corajosos
tanto quanto parecem. Podem ter certeza que não pingaria uma gota de sangue sequer.
Autor: Guilherme Quadros
Email: gqkonig@hotmail.com
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