sexta-feira, 8 de março de 2013

Royalties do Brasil para todos os brasileiros.

Nosso País foi abençoado por Deus quando da formação do continente e demoramos um certo tempo para saber e descobrir o quanto esse Brasilsão tem de riquezas naturais para serem exploradas, usufruídas e convertida em beneficio de todos os brasileiros.
            
É salutar que o governo central trabalhe e busque o melhor em prol de todos, gerenciando e administrando os benefícios dessas riquezas e, obviamente, distribuindo-as a quem de fato tem direito que são os todos os municípios federados. De outro lado é obvio que quem esta deixando de receber essa receita tem que reclamar, até para dar uma satisfação a sua comunidade e, no caso dos governos dos Estados do Rio de Janeiro, Espirito Santo e São Paulo não poderia ser diferente.

O que não é justo e deve ser duramente criticado é justamente a maneira de como, até agora, essas receitas proveniente de uma fonte de riqueza natural, vejam bem, “de todo o Pais” terem sido usufruídas apenas por esses três Estados quando é de conhecimento publico e notório que não existe mar carioca, capixaba ou paulista, o que existe e tem que ficar bem claro a todos os envolvidos nesse contexto é que existe uma plataforma continental chamada de mar brasileiro, com uma extensão de 200 milhas, equivalente a 321,86 km de mar brasileiro, pertencente ao Brasil, explorada por uma empresa de capital brasileira chamada Petrobras, também pertencente a todos nós e, a titulo de esclarecimento aos senhores governadores carioca, capixaba e paulista, há que lembra-los de que “todas as riquezas do subsolo pertencem exclusivamente a União”, logo de todos os brasileiros. É só dar uma “lidinha” na Carta Magna senhores governadores. Ninguém esta tomando receita de vocês, estamos apenas dividindo a receita que todos os brasileiros têm direito.

Os senhores governadores enchem o peito para alardear que “estão tomando” os royalties dos Estados produtores e esse argumento chega quase a sandice, pois alguém deveria lembrar aos nobres governadores de que “não existe mar estadual” e em todos os estados litorâneos, os respectivos territórios não se estendem até o limite das 200 milhas, logo deveriam parar de ditar falácias nas suas entrevistas.

Ainda, um aviso ao Governo do Rio: se não quiser mais realizar as olimpíadas, por gentileza indique a minha cidade. Palmeira das Missões – RS tem 02 estádios, 02 ginásios, bons hotéis e quanto às pistas, ajeitamos umas coxilhas aí que os atletas vão adorar correr na grama.


Se liguem aí cariocas, pois se desistirem das olimpíadas, palmeira é candidata e não precisa tanto investimento como dizem aí no Rio de Janeiro.

Autor: Guilherme Quadros
Email: gqkonig@hotmail.com

quinta-feira, 7 de março de 2013

Conmebol libera fiel torcida em casa.


A confederação Sul Americana de Futebol – Conmebol liberou a torcida corintiana para assistir aos jogos do clube em São Paulo, mas acabou por multar o time paulista em U$ 200.000,00 dólares, talvez atribuindo o valor dessa multa a vida que se perdeu em Oruro, na Bolívia.
Quem sabe, esse valor acabe por ser revertido a família do menino boliviano. Será????
Apenas, há que se perguntar a Conmebol, na concepção deles, quando vale a vida de um menino.
Alguém aí se habilita????

Autor: Guilherme Quadros
Email: gqkonig@hotmail.com

quarta-feira, 6 de março de 2013

A soberba tem nome e cargo importante.

Nós, seres pensantes e racionais, somos todos movidos pelos sentimentos da razão e emoção, sem contar que nos apaixonamos e odiamos praticamente com a mesma intensidade e rapidez e que o ambiente, em determinadas circunstancias, nos condiciona emocionalmente e interfere diretamente nas nossas ações e aí, particularmente, nos permite aflorar e demonstrar qual é o nosso verdadeiro caráter, pois se não tivermos sensatez e equilíbrio emocional, em determinadas situações, iremos demonstrar quem verdadeiramente somos.
            
Se realmente pudéssemos nos controlar e “contar até 10”, muitos dos nossos problemas estariam resolvidos. Não haveriam ofensas aos colegas no trabalhos, não haveriam desavenças no seio do lar, acabariam as brigas de transito que num impulso de raiva terminam com duas famílias. Sempre, depois de um ato impensado, um impulso e uma explosão de raiva, nos perguntamos: ”por que não contei até 10?”
            
Vejam o sentimento de soberba no ser humano, por exemplo, quem a desenvolve tem a sensação de viver num patamar acima de tudo e de todos, sendo a própria manifestação do orgulho e pretensão de superioridade sobre os outros e, tem um detalhe, quem a desenvolve interiormente, cedo ou tarde vai deixar fluir esse sentimento, pois sente a necessidade de se mostrar superior aos que o rodeiam, sendo uma sensação de saciedade, tal qual como comer ou beber água.
            
No caso do eminente senhor ministro, presidente do STF, Joaquim Barbosa, como mostrado ontem num tele jornal de grande audiência em todo o Pais, ficou latente a pratica usual da soberba ao mandar o repórter “chafurdar” no lixo, desrespeitando pessoalmente, além do próprio repórter, a empresa que ele representa e, ainda, toda a imprensa brasileira, dado ao fato de que o senhor ministro ocupar o terceiro ou quarto cargo mais importante do País.
            
Alias, a bem da verdade, o nobre ministro já havia dado mostras de até onde pode ser deselegante quando contrariado, como aconteceu diversas vezes quando do advento do julgamento do mensalão, no S.T.F., quando se dirigia aos seus pares naquele tribunal, de maneira grosseira, transbordando soberba, partindo para o bate-boca como se estivesse no botequim da esquina, a cada vez que era questionado ou qualquer outro ministro tinha opinião diversa do que constava no seu relatório, enquanto relator daquele rumoroso processo.
            
Alguém deveria orientar ao senhor ministro que seria mais interessante ele marcar a sua gestão a frente do STF, se não pela cordialidade, urbanidade e respeito às pessoas, então que seja pelo conhecimento jurídico e respeito que o próprio cargo lhe impõe, enquanto presidente daquela casa.
            
Veja bem caro Joaquim, respeito, educação e cordialidade é uma via de mão dupla: vai e vem. Logo, não estrague tudo que já conquistaste, considerando aí, principalmente, a admiração que as pessoas têm por você.

Autor: Guilherme Quadros
Email: gqkonig@hotmail.com

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Uma imagem vale mais que mil depoimentos.


Já foi dito que uma imagem vale mais que mil palavras e não pode ser diferente, pois hoje com toda a imprensa postada para ver o mais novo anti-herói corintiano sair do Fórum de Guarulhos e, ao que parece e diz um ditado antigo que: “uma mentira contada mil vezes, passa a ser uma verdade”, então... Percebe-se que a imprensa brasileira já “comprou” a nova versão.
            
Mas, voltando ao depoimento de hoje a tarde. Estava eu flutuando pelos quatro principais canais que transmitem telejornais a partir das 19h20minhs, até para traçar um juízo de opinião própria, tendo quatro pontos de vistas diferentes, quando passo pelo jornal do SBT (foi o camêraman mais bem posicionado para captar uma imagem desse anti-herói), quando o mesmo mostrou o seu perfil a todos, “FECHANDO TODOS OS DEDOS DE UMA MÃO E SOLTANDO APENAS O DEDO MÉDIO”, naquele tradicional gesto quando queremos mandar alguém para...
ATENÇÃO SENHORES: isso não é uma montagem. A reportagem na integra esta no SBT, se ainda restarem duvidas sobre o tipo de gente o Clube Corinthians Paulista arranjou como bode-expiatório, laranja... Sei lá o nome correto desse circo montado que ainda é capaz de arrumar um incidente diplomático por que nós, brasileiros, estamos passando um atestado de que a justiça e o povo boliviano são uns imbecis, tolos, idiotas e o que mais vocês lembrarem.
            
Sinceramente, isso envergonha a todos nós, enquanto povo que busca deixar no passado situações que sempre deterioraram o nome BRASIL quando nos referimos à traços da personalidade dos brasileiros. “Lei de Gerson” e “jeitinho brasileiro” são frases que marcaram negativamente a nossa historia, as quais temos trabalhado arduamente para que fique apenas no passado e signifique folclore num futuro bem próximo.  
            
Tomara que, todos nós, aprendamos um pouco mais sobre o real significado das palavras transparência, seriedade e responsabilidade nesse episodio boliviano.

Autor: Guilherme Quadros
Email: gqkonig@hotmail.com

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Um corintiano "di menor", tá bom...


Se nós, brasileiros, ainda sonhamos com o tal do respeito ao nosso povo além das nossas fronteiras, se queremos galgar o caminho do primeiro mundo e, ainda, se quisermos ser um povo que inspire confiança de todos, seria sensato que as autoridades brasileiras e, aqui me refiro especificamente aos paulistas, se negassem, ou melhor, não se prestassem a protagonizar, talvez, o maior circo já montado para indicar e indiciar um possível responsável pelos eventos ocorridos na Bolívia.
            
Mais estarrecedor nisso tudo é perceber que os mentores da apresentação do menor responsável pelo disparo do sinalizador que culminou por ceifar a vida de, ali no caso em tela, um menor de idade verdadeiro, serem pessoas com profundo conhecimento jurídicos dos fatos e das possíveis consequências advindas desse ato, no presente caso passiveis do escarnio publico por parte de toda a sociedade brasileira, pois um ato dessa magnitude mancha a todos os brasileiros como sendo fraudadores da verdade e usurpa de todos nós a dignidade que buscamos lá fora.
            
As pessoas envolvidas nesse caso deveriam praticar a nobre arte da sensatez e serem sérias o suficiente para buscar essa verdade tão necessária e as autoridades paulistas não deveriam se prestar a emendar um soneto que piora a cada emenda.
            
Por certo esse “di menor Corintiano” que esta prestes a ser apresentado sequer tem família, pois mãe já se percebeu que não tem. Vai ver é mais um desses avanços da ciência: nasceu de uma chocadeira, pois alguém que se preste a entregar um filho numa situação que se apresenta, comprometendo toda uma vida e o seu futuro, por mais grana que receba, pode ser chamada de tudo, menos de mãe. Já aí também um belo caso para ser investigado pela Promotoria da Infância e Juventude paulista como sendo um típico caso de exploração de menor e abandono de incapaz. Vai lá Justiça paulista, vai ...
            
Do clube Corinthians Paulista, sinceramente, pouco há que se falar já que seus dirigentes e a imprensa se prestam a, sistematicamente, tecerem muitos elogios aos atos e atitudes propiciados pela “fiel torcida corintiana” e cá pra nós, particularmente, os atos da torcida refletem bem a postura ética e seria do seu time de futebol, como no presente caso boliviano, quando se falseia a verdade para criar uma verdade que atenda apenas os seus interesses, mesmo que essa verdade macule e manche toda uma historia construída e lapidada ao longo de muitos anos.
            
Não fosse serio por envolver a perda de uma vida, é passível de piada. Se olharmos atentamente as imagens, dá para perceber que quem lançou o sinalizador era um bebe de colo e quem segurava esse bebe era o Mario Gobbi disfarçado de mãe. Difícil vai ser tomar o depoimento do meliante, pois ele tem apenas 06 meses de idade.
            
É, realmente, ainda não somos um País de pessoas sérias.

Autor: Guilherme Quadros
Email: gqkonig@hotmail.com

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

som de sexta (e todos os dias)

Boney M


Rivers Of Babylon

"É nóis curintia" mas... E agora "manos"??


Todo o torcedor que se preza e ama seu time, sonha com vitórias, Sê dramáticas e marcantes, melhor ainda e títulos, muitos títulos, sê de alcance continental e mundial, aí é tudo de bom.
            
O brasileiro, é sabido, tem o gene do futebol no sangue e, lá no âmago do seu ser, sabe que seu time só vai ser grande aos olhos de todos quando fechar o ciclo de grandes conquistas, onde incluem-se titulo brasileiro, um continental e o mundial. Com essas conquistas adquire-se, inclusive, o respeito dos mais ferrenhos adversários, além do reconhecimento de toda a mídia, particularmente, a de fora do país e mais, galgar esse caminho não é fácil. Se assim fosse, todos teriam títulos todos os anos.
            
Na linguagem do torcedor apaixonado, a camisa do time é chamada de manto sagrado e é sinônimo de respeito, objeto quase imaculado, sagrado aos olhos da massa daquele time.
            
Imagine, então, o tamanho da dor da imensa nação corintiana ao ver associado à sua maior paixão, maculando o nome e manchando seu manto sagrado, o evento do sinalizador que culminou com a morte de um torcedor na Bolívia, pois todo o trajeto caminhado em 2012, buscando aquele reconhecimento fora do País, hoje já caiu por terra e pior, tem a marca do Corinthians associado à violência desmedida, gratuita e estampada, talvez ainda com mais espaços, em toda a mídia de todas as partes do mundo.
            
Todo o caminho trilhado, agregando sucesso e reconhecimento do Timão, foi nefastamente tirado por um ato de uma dúzia de torcedores sem limites, possivelmente, os mesmos que quebraram e saquearam o aeroporto, quando da viagem para o Japão e, já ali naquele episodio não sofreram nenhum tipo de critica. Também há que se alertar o presidente da Nação Corintiana que, ao que pareceu ontem nas entrevistas, mencionou que aqueles torcedores não eram culpados e quis atribuir o evento do sinalizador a uma mera fatalidade. Ora, senhor Mario Gobbi, fatalidade seria se, ao disparar o sinalizador, o mesmo batesse em algum objeto ao subir e voltasse em direção à torcida. Não no caso latente, flagrado pelas imagens, onde o mesmo foi disparado intencionalmente em direção à torcida adversária. Era obvio que iria atingir como de fato aconteceu, alguém do outro lado.
            
É justamente por esse tipo de postura de alguns dirigentes de futebol, por esses atos paternalistas e protecionistas, que o torcedor se julga sem limites e propenso aos mais variados atos de vandalismo e violência contra tudo e contra todos.
            
Por fim, a que se alertar aos clubes de futebol que as torcidas organizadas não podem tornar-se maiores e mais conhecidas que suas marcas, se assim acontecer, fiquem atentos, pois algo esta errado e mais, o que realmente organiza e aglutina uma torcida é um projeto bem feito e com resultados de campo, isso traz o crescimento e enche estádio, não havendo necessidade de patrocinar essas verdadeiras quadrilhas de bandidos uniformizados.
            
E agora “manos”?? Se ficar só no afastamento da torcida do estádio, ainda assim, o manto da Fiel estará, pra sempre, queimando desde o momento que aquele sinalizador foi disparado.

Autor: Guilherme Quadros
Email: gqkonig@hotmail.com

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Somos todos pura razão e emoção.


A cada dia que ganhamos para vivenciarmos nossas vidas, aprendendo ou ensinando, amando ou odiando, estendendo ou agarrando uma mão, enfim, conciliando experiências boas e ruins, emoções do cotidiano que nos remetem da euforia pelo trabalho novo ou pela promoção, pelo nascimento ou sucesso dos filhos, pela casa ou carro novo, pelo novo amor ou pelo casamento, às disforias pelo projeto que não foi aprovado no trabalho, pelo relacionamento pessoal ou profissional mau acabado e até mesmo pelo time que perdeu. Enfim, nossas vidas são regidas e dão o tom do equilíbrio quando sabemos balancear a razão e a emoção.
            
Nesse oceano desconhecido chamado vida, entendo que cada um de nós é uma embarcação onde temos dois remos, os quais chamamos de razão e emoção e temos que ter o discernimento exato de que um depende necessariamente do outro, balanceando as nossas ações de maneira que não fiquemos demasiado materialistas por usarmos apenas a razão e, tampouco, excessivamente emotivos por usarmos apenas a emoção.
            
Uma pessoa que usa apenas a razão pode até ser justa e correta com todos, mas jamais vai ter a percepção de uma amizade sincera, um sorriso fraterno ou um gesto carinhoso, não terá a noção de que cada um vive uma batalha particular diária, não entenderá que, as vezes, o ambiente condiciona sentimentos e emoções. Da mesma forma, as pessoas que usam apenas a emoção, tornam-se vulneráveis e demonstram fraqueza no momento em que precisam tomar uma decisão, são facilmente manuseadas pelo sistema e, particularmente, sofrem influencia de pessoas negativas. Enquanto na razão, as coisas são definidas em cima de fatos concretos e palpáveis, na emoção o sentindo flutua languidamente entre devaneios e arrepios a flor da pele. Difícil é explicar aos que vivem de sentimentos e navegam por tórridas emoções que, quando o coração bate mais forte por uma paixão, a garganta seca e faltam palavras para formular uma frase de amor ou quando sentimos aquele friozinho da barriga, isso não é tangível. Mas, sinceramente, quem de nós já não experimentou essas sensações que simplesmente nos alertam: existimos, logo, estamos vivos e suscetíveis as emoções da vida.
            
Já disse o velho mestre Raul que “cada um de nós é um universo”, então todos temos ações e reações diferentes para uma mesma experiência, alguns choram quando tem que rir, já outros riem quando tem que chorar. Quem de nós já não riu para expressar um momento de raiva e, também, já não deixou rolar uma lagrima para demonstrar um momento extremo de felicidade.

Ainda não inventaram a formula de administrar nossas razões e emoções sem sermos, ora duros e truculentos, ora meigos e emotivos. Logo, dar uma remada de cada lado para a embarcação seguir em frente ainda é a melhor maneira de administrar o nosso cotidiano, flutuando entre a singeleza doce da emoção com a seriedade necessária da razão, quando a vida assim nos impõe.

Autor: Guilherme Quadros
Email: gqkonig@hotmail.com