-Pedrinho, qual a profissão do seu pai?
-Advogado, professora.
-E a do seu, Mariazinha?
-Engenheiro.
-O seu Aninha?
-Ele é médico, professora.
-E o seu pai, Juquinha?
-Ele é dançarino numa boate gay.
-Como assim? Pergunta a professora, surpresa.
-Ele dança numa boate vestido de mulher, com uma tanguinha minúscula de lantejoulas. Os homens passam a mão nele, põem dinheiro no elástico da tanguinha e depois saem pra fazer programa com ele.
A professora rapidamente dispensa toda a classe, menos o Juquinha. Boquiaberta, ela pergunta:
-Menino, seu pai realmente faz isso?
-Não, fessora. Agora que a sala tá vazia eu posso falar. Ele é deputado, mas tenho vergonha de contar…
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
segunda-feira, 12 de agosto de 2013
Pra você marcar esse inicio de semana.
Não
acredite em algo simplesmente porque ouviu.
Não
acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.
Não
acredite em algo simplesmente porque esta escrito em seus livros religiosos.
Não
acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.
Não
acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.
Mas
depois de muita análise e observação,
Se você
vê que algo concorda com a razão,
E que
conduz ao bem e beneficio de todos,
Aceite-o
e viva-o.
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
O tempo para explicar um grande amor.
Era uma vez uma ilha, onde moravam os seguintes sentimentos: a alegria, a tristeza, a vaidade, a sabedoria, o amor e outros.
Um dia avisaram para os moradores desta ilha que ela ia ser inundada. Apavorado, o amor cuidou para que todos os sentimentos se salvassem; ele então falou:
_ Fujam todos, a ilha vai ser inundada.
Todos correram e pegaram seu barquinho, para irem a um morro bem alto. Só o amor não se apressou, pois queria ficar um pouco mais na ilha.
Quando já estava se afogando, correu para pedir ajuda.
Estava passando a riqueza e ele disse:
- Riqueza, leve-me com você.
Ela respondeu:
- Não posso, meu barco está cheio de ouro e prata e você não vai caber.
Passou então a vaidade e ele pediu:
- Oh! Vaidade, leve-me com você.
- Não posso você vai sujar o meu barco.
Logo atrás vinha a tristeza.
- Tristeza, posso ir com você?
— Ah! Amor estou tão triste que prefiro ir sozinha.
Passou a alegria, mas estava tão alegre que nem ouviu o amor chamar por ela. Já desesperado, achando que ia ficar só, o amor começou a chorar.
Então passou um barquinho, onde estava um velhinho.
- Sobe, amor que eu te levo.
O amor ficou tão radiante de felicidade que esqueceu de perguntar o nome do velhinho.
Chegando no morro alto onde estavam os sentimentos, ele perguntou à sabedoria:
- Sabedoria, quem era o velhinho que me trouxe aqui?
Ela respondeu:
- O tempo.
- O tempo? Mas, por que só o tempo me trouxe aqui?
- Porque só o tempo é capaz de ajudar e entender um grande amor.
Autor desconhecido
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
Você sabe quem protege a tua liberdade?
Atualmente vivemos dias de gloria, quando se fala em
liberdade de expressão, direito de ir e vir, livre arbítrio e escolhas
pessoais. Verdadeiramente nos regozijamos em liberdade de fazer tudo que der na
telha, absolutamente, tudo.
Os tempos
são outros e essa busca por espaço, avançando no livre arbítrio e direito de
cada semelhante optar pelo que mais lhe apetece e dá prazer, passando pelo
direito de se manifestar, como vemos atualmente, direitos e opções sexuais, políticos
e tudo mais.
Mas aí vem
uma pergunta: “quem protege essa minha liberdade?” Alguém sabe? Você
sabe? Claro que não e, pelo visto, tem pouca gente preocupada com isso.
“Quem
se não eu”, usufruindo desse momento impar, tenho que proteger e
usar corretamente a essência de poder fazer livremente tudo o que eu quero:
escrever, pintar, cantar, protestar, namorar, correr, parar, enfim,
literalmente, tudo. Quem viveu na época da ditadura sabe o real significado dessa
liberdade de ir e vir, livre arbítrio e tudo mais.
Então, seguidamente,
vemos por aí, varias pessoas violentando a essência de ser livre, usurpando
direito alheio, excedendo o seu limite e invadindo o limite do outro, criando
dificuldades de toda a ordem a todos, em nome de “achar que pode fazer de tudo”,
em nome de uma liberdade que não é só sua e sim de todos, pouco se importando
com o próximo.
“Hoje eu posso quebrar e saquear o patrimônio
alheio, afinal estou protestando”.
“Hoje eu posso fazer barulho na
frente dos hospitais, afinal eu estou protestando”.
“Hoje eu posso trancar uma avenida,
rua ou BR, afinal eu estou protestando”.
“hoje eu posso quebrar o metro, o trem
e os ônibus, afinal eu só estou protestando”.
Na verdade, jamais deveria ser assim.
Se nós, nos dias atuais temos a liberdade de fazermos o que bem entendemos,
nada melhor do que nós e “apenas nós” para cuidarmos e
protegermos “essa tal liberdade”, conquistada a muito suor,
sofrimento e dor. Isso é um patrimônio de todos e, por todos, deve ser
protegido.
O sistema já deu prova e tem mostrado
em outros países que pode tomar esse patrimônio do povo quando lhe convier,
portando . . .
“Abre teu olho "povo em liberdade",
use-a bem, se não . . .”
Autor: Guilherme Quadros
Email: gqkonig@hotmail.com
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
Perfil dos brasileiros nas redes sociais.
Saiba as redes sociais que os brasileiros mais acessam, e
o tempo que passamos nelas no infográfico abaixo:
Ah, se eu pudesse . . .
Ah, se eu pudesse
gravar . . .
A emoção do primeiro
beijo,
Do primeiro sorvete,
Dos aniversários de
crianças,
Das inocentes amizades
de infância,
Da primeira volta de
bicicleta,
Do primeiro passeio com
meus pais,
Das brincadeiras na
praça,
Do primeiro banho de
mar,
Da primeira vez na
escola,
Do primeiro baile,
Da primeira namorada,
Da emoção de namorar de
mãos dadas,
Da primeira vez que te
vi
Da emoção que senti,
Ah,
se eu pudesse . . .
Autor: Guilherme Quadros
Email: gqkonig@hotmail.com
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
Até onde vale o direito de escolha no Rio de Janeiro?
Tenho acompanhado, mesmo de longe, as manifestações que
ocorrem no Rio de janeiro, particularmente, contra o governador Sergio Cabral
e, de curioso, fui olhar o resultado das eleições. O que mais me chamou a
atenção é que esse modelo de gestão do Cabral já vem de uma reeleição e, mais
curioso ainda, sem a menor chance de seus oponentes ganharem o pleito, já que
não houve segundo turno e o resultado por si só já diz muito da aceitação
popular ou não, como já mencionado, daquele modelo de gestão apresentado no
Estado fluminense. Se não, vejamos o resultado:
Resultado completo da eleição para governador no RJ:
Sergio Cabral (PMDB): 5.217.972
(66,08%)
Gabeira (PV): 1.632.671 (20,68%)
Fernando Peregrino (PR): 853.220 (10,81%)
Jefferson Moura (PSOL): 131.980 (1,67%)
Cyro Garcia (PSTU): 48.793 (0,62%)
Eduardo Serra (PCB): 11.299 (0,14%)
Fernando Peregrino (PR): 853.220 (10,81%)
Jefferson Moura (PSOL): 131.980 (1,67%)
Cyro Garcia (PSTU): 48.793 (0,62%)
Eduardo Serra (PCB): 11.299 (0,14%)
É como se diz aqui no sul: “não
deu nem pra saída” ou “foi uma
lavagem: barba, cabelo e bigode”.
Muito mais
curioso ainda é que essas manifestações e acampamentos, em frente à residência do
Cabral, são feitas por pouco mais de 300 gatos pingados que “exigem”
a sua saída ou renuncia e, ao que tudo indica, desconsiderando totalmente o resultado
das eleições de 2010.
Parece e
ecoa em todo o País, que esses pouco mais de 300 manifestantes têm uma
representatividade que suplanta todo o contexto do resultado final de votos
auferidos pelo Cabral e chancelado numa reeleição, fazendo uma inversão de
valores que, se contado por aí seria até motivo de piada e uma situação hilária,
não fosse à violência empregada por esses “ilustres manifestantes cariocas”.
Eis
aí um exemplo materializado do que realmente significa uma “inversão de
valores éticos e sociais numa democracia”.
Tem coisas que só podem e encontram
guarida para se suceder no Brasil, pois não são os mais de cinco milhões de
eleitores que querem a renuncia do governador e sim pouco mais de 300 pessoas.
Será
que alguma “inteligência rara” pode explicar esse fenômeno de representatividade
social, cultural e de reivindicar que ocorre no Estado do Rio de janeiro???
Autor: Guilherme Quadros
Email: gqkonig@hotmail.com
terça-feira, 30 de julho de 2013
. . . E no fim dá tudo certo - Gabriel o pensador
Confie em mim que no fim dá
Tudo certo
Avisa pras amigas que tá
Tudo certo
Eu chego com os amigos e tá
Tudo certo
Se ainda não deu certo é porque ainda não chegou no fim
Tudo certo
Avisa pras amigas que tá
Tudo certo
Eu chego com os amigos e tá
Tudo certo
Se ainda não deu certo é porque ainda não chegou no fim
E no fim dá
Tudo certo
Tudo certo
Pela mistura das torcidas!!!
Texto publicado na “Revista Super Interessante” em
maio/2003, mas tem algo de tão familiar nos dias atuais.
Autor: Sergio Xavier Filho
Corintiano odeia palmeirense, flamenguista quer matar vascaínos,
cruzeirenses não suportam atleticanos. Inverta as sentenças, troque os clubes e
chegaremos ao mesmo lugar: todos se odeiam e o futebol é um caldeirão sem fundo
de violência e ressentimentos. Vira e mexe, lemos que mais um torcedor atirou
no rival, que a gangue de determinado time encarou a adversária em batalha
campal. Passado o horror, a vida segue. E o diagnóstico para o problema se
mantém: a solução para a violência no futebol passa sempre por reforço no
policiamento e pelo fim das torcidas organizadas. Mas será que a raiz do
problema está realmente aí?
Minha impressão é que estamos muito longe da verdadeira questão. É
evidente que polícia eficiente e fim da sensação de impunidade são armas poderosíssimas
quando o assunto é uma contravenção qualquer. Mas a verdade é que, no futebol,
o remédio para a violência só faz alimentar o ódio entre torcedores. Basta
lembrar como o problema vem se avolumando nos últimos anos. No passado, a
pancadaria ocorria dentro dos estádios, nas arquibancadas ou nas bilheterias.
Em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e em toda a parte, era comum
vermos torcedores usando os mastros de suas bandeiras como armas. O que foi
feito? Como na piada do marido traído que queima o sofá que acolheu a mulher e
o amante, baniram-se os mastros das bandeiras e montaram-se operações militares
de isolamento das torcidas.
De fato, os estádios ficaram menos violentos. Mas isso nem de
longe traduziu-se em paz e tranquilidade para quem quer só ver o jogo. Apenas
transferimos a arena. Onde acontecem brigas e mortes, hoje? Nos acessos de
estádio, em algum ponto de ônibus da periferia, nas imediações do metrô. O
torcedor é um cão raivoso preparado para atacar. Quando está no estádio, é acuado
pelas grades e cassetetes dos policiais. Mas longe dele e sem coleira ataca sem
piedade.
É a intolerância o combustível da violência no futebol. Não
admitimos a diferença, não respeitamos a opinião contrária. E o que temos feito
para acabar ou pelo menos reduzir essa intolerância? Nada. Pelo contrário. Ao
estimular o confinamento de torcidas, estamos treinando as bestas. Estamos
criando pitbulls e dobermans do futebol, com dentes cada vez mais pontiagudos e
com mais ferocidade. Só se aprende a respeitar o diferente quando se convive
com ele, quando vemos que há algo de humano no sujeito que veste a cor
adversária.
Utopia? Talvez, mas confesso que já vi a utopia de perto na minha
frente. Quando criança, em Porto Alegre, fui a incontáveis partidas entre Grêmio
e Inter. E lembro-me de caminhar lado a lado com torcedores rivais. É claro que
havia deboche dos vencedores sobre os vencidos. Era chato perder o jogo, mas as
provocações eram muito criativas. Nem todos encaravam a situação com o mesmo
bom humor, mas ninguém batia em ninguém. Todos sabiam que era proibido agredir,
não porque essa regra estivesse prevista no Código Penal, mas porque ela estava
inscrita na mente das pessoas. Era uma regra social, e isso vale mais que a
lei. Por que o mesmo sujeito que não joga papel no chão do metrô emporcalha as
ruas do centro? Ora, porque o ambiente pode determinar comportamentos.
Na Copa da França, em 1998, presenciei ingleses e argentinos lado
a lado. E esses, sim, têm bons motivos para se odiarem. Já se pegaram até em
uma guerra de verdade, a das Malvinas. Pois na Copa as duas seleções se
enfrentaram nas oitavas-de-final e as confusões foram mínimas. Detalhe: em
mundiais, os ingressos são vendidos sem grandes divisões de torcidas e no
estádio inteiro havia inglês sentado ao lado de argentino. Por que eles não se
matavam? Na minha opinião, porque ao ver o “inimigo” ao lado comendo pipoca com
o filho pequeno fica difícil odiar. Não faz sentido cantar um grito de guerra
quando a vítima está tão próxima. Poderia ser diferente se ingleses ficassem de
um lado e argentinos no outro. Quem sabe, depois de 90 minutos de incitações
coletivas e mútuas, as duas torcidas não se encontrassem na saída e se
pegassem?
Pego o exemplo da Copa e trago para o Brasil. Uma arquibancada que
alternasse palmeirenses e corintianos ensinaria algo. Se aceitamos o rival lado
a lado no estádio, por que bater nele na estação de metrô? Haveria discussão?
Claro, é da alma do futebol provocar, tripudiar e debochar. Mas, com treino
(até humanidade precisa ser praticada), quem sabe não aprenderíamos a conviver
com a diferença e até rir? E talvez, em lugar de uma bordoada, daríamos uma
sonora gargalhada.
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