segunda-feira, 31 de março de 2025

O que sinaliza a serie "adolescente" nos dias atuais à sociedade?

A série Adolescência, lançada pela Netflix em março de 2025, tornou-se um fenômeno global por abordar questões urgentes da sociedade contemporânea, especialmente no que diz respeito aos jovens. Aqui estão os principais sinais que a série destaca:

1. A ascensão da cultura incel e a misoginia entre jovens

A série retrata como comunidades online misóginas, como a "manosfera", radicalizam adolescentes vulneráveis. Jamie, o protagonista, é influenciado por discursos que culpam mulheres por suas frustrações afetivas, levando-o a adotar comportamentos violentos. Essa narrativa reflete casos reais, como ataques em escolas ligados a ideologias de extrema direita e incels (celibatários involuntários).


2. O papel tóxico das redes sociais e das big techs

A série critica a arquitetura das plataformas digitais, que amplificam ódio e isolamento. Jamie é exposto a teorias como a "regra 80/20" (que alega que 80% das mulheres se atraem por apenas 20% dos homens) em fóruns online, sem que pais ou educadores percebam. O criador da série, Jack Thorne, defende medidas radicais, como proibir smartphones em escolas e restringir redes sociais para menores de 16 anos.


3. Falhas na conexão entre adultos e adolescentes

A série mostra que Jamie, apesar de ter uma família estruturada, não recebe atenção individualizada. Pais e professores ficam surpresos com sua radicalização, destacando a falta de diálogo e supervisão emocional. Psicólogos enfatizam a necessidade de os adultos estarem mais presentes e atentos a sinais como isolamento, queda no rendimento escolar e agressividade.


4. A influência da extrema direita e a busca por pertencimento

A trama vincula a radicalização de Jamie a discursos de extrema direita, que oferecem respostas simplistas para frustrações adolescentes. A série alerta para como jovens excluídos buscam identidade em grupos que promovem violência contra mulheres e minorias. O neoliberalismo e a competitividade exacerbada também são apontados como fatores que isolam os jovens.


5. Sinais de sofrimento emocional negligenciados

A série lista comportamentos de alerta, como mudanças bruscas de humor, autodestruição e curiosidade por violência, que muitas vezes passam despercebidos em meio à rotina familiar. A psicologia já detectou que a "normalidade" da família de Jamie é enganosa, pois mascara sua vulnerabilidade emocional.


6. A urgência de uma educação digital e emocional

Especialistas defendem que pais e escolas devem monitorar o uso da internet por adolescentes, não para invadir privacidade, mas para orientar e criar espaços de diálogo. A série também ressalta a necessidade de desconstruir estereótipos tóxicos de masculinidade, promovidos por influenciadores.

Impacto além da ficção

A série gerou debates no Parlamento Britânico, com o primeiro-ministro Keir Starmer reconhecendo a violência juvenil como um problema cultural. No Brasil, educadores alertam para casos semelhantes em escolas, mostrando que a trama é um reflexo global.


Adolescência funciona como um espelho da sociedade, expondo falhas coletivas na proteção dos jovens. Seu maior legado é incentivar conversas sobre saúde mental, vigilância digital e a reconstrução de relações intergeracionais mais saudáveis.

Nova onda do movimento incel: impacto e soluções.

A chamada "nova onda do incel" refere-se ao crescimento e à evolução da cultura incel (celibato involuntário), que tem ganhado maior visibilidade e preocupação pública devido a sua influência online, especialmente entre adolescentes e jovens adultos. Aqui está uma análise detalhada desse fenômeno, com base nos resultados de busca fornecidos:


1. A Influência da Cultura Incel na Juventude

A cultura incel, parte da "manosfera" (um ecossistema online de comunidades misóginas), tem atraído jovens homens que se sentem isolados, rejeitados ou frustrados com suas vidas românticas e sociais. Séries como Adolescence, da Netflix, destacam como meninos como Jamie, de 13 anos, podem ser radicalizados online, levando a atos violentos. A série mostra como ideias como a "regra 80-20" (a crença de que 80% das mulheres são atraídas por apenas 20% dos homens) são disseminadas e internalizadas por jovens vulneráveis.



2. O Papel da Pandemia e do Isolamento Online

A pandemia de COVID-19 exacerbou o problema, com crianças e adolescentes passando mais tempo online e sendo expostos a fóruns incels. Estudos mostram que meninos de até 8 anos acessaram conteúdo extremista durante o lockdown, e agora, com 13-15 anos, estão mais suscetíveis a essas ideias. O isolamento social e a falta de habilidades de interação pessoal tornaram esses jovens mais vulneráveis à radicalização.



3. A Violência Associada ao Movimento Incel

A cultura incel tem sido vinculada a ataques violentos, como o tiroteio em Plymouth (Reino Unido) em 2021, onde Jake Davison, um autodeclarado incel, matou cinco pessoas. Nos EUA, autoridades já classificam o extremismo incel como uma ameaça doméstica, comparando-o a outros movimentos violentos como o supremacismo branco. A série Adolescence retrata um cenário semelhante, onde um adolescente comete um assassinato após ser rejeitado por uma colega de classe.



4. A Propagação de Símbolos e Códigos Online

Os incels desenvolveram uma linguagem própria, incluindo emojis e siglas para evitar a moderação das plataformas. Por exemplo:


  • 🟥 Pílula vermelha (red pill): simboliza a "verdade" sobre a suposta natureza das mulheres.


  • 🦔 Ouriço: usado para representar simpatizantes neonazistas.


  • 👌 Sinal de OK: associado à extrema-direita.


  • Escolas e polícias no Reino Unido estão alertando os pais sobre esses códigos, embora alguns críticos argumentem que isso pode ser um "pânico moral" exagerado.



5. Respostas da Sociedade e Possíveis Soluções


  • Legislação e Controle Parental: Há pedidos para proibir smartphones para menores de 16 anos e regular algoritmos de redes sociais que amplificam conteúdo extremista.


  • Educação e Diálogo: Especialistas sugerem que pais e escolas devem abordar o tema com os jovens, promovendo discussões abertas sobre relacionamentos saudáveis e igualdade de gênero.


  • Monitoramento por Autoridades: Nos EUA, centros de inteligência estão treinando policiais para identificar e intervir em casos de radicalização incel.



A "nova onda do incel" reflete uma crise mais ampla de solidão, alienação e radicalização online entre jovens homens. Embora parte do discurso incel possa começar como uma resposta a frustrações pessoais, ele frequentemente evolui para misoginia extrema e violência. Combater esse fenômeno exigirá esforços coordenados entre governos, plataformas digitais, educadores e famílias 

quarta-feira, 26 de março de 2025

A condenação do batom vermelho no Brasil.

A condenação de Débora Rodrigues dos Santos, conhecida como a "mulher do batom", por pichar a estátua da Justiça com batom vermelho durante os atos de 8 de janeiro, tem gerado debates acalorados no Brasil. O caso levanta questões complexas sobre liberdade de expressão, vandalismo e os limites do direito de protesto.

Contexto e Acusações

Débora Rodrigues dos Santos foi acusada de participar dos atos de vandalismo que ocorreram em Brasília no dia 8 de janeiro de 2023, quando manifestantes invadiram e depredaram prédios dos Três Poderes. Além de outras acusações, Débora é acusada de ter pichado a estátua da Justiça com batom vermelho, escrevendo a frase "Perdeu, mané".

Julgamento e Condenação

O julgamento de Débora Rodrigues dos Santos está em andamento no Supremo Tribunal Federal (STF). O ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, votou pela condenação de Débora a 14 anos de prisão pelos crimes de associação criminosa armada, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.   

Debate e Controvérsia

A condenação proposta por Moraes gerou grande repercussão e controvérsia. Críticos argumentam que a pena é desproporcional e que o ato de pichar uma estátua não justifica uma punição tão severa. Defensores da condenação argumentam que os atos de 8 de janeiro foram uma grave ameaça à democracia e que é necessário punir os responsáveis para evitar que tais atos se repitam.

O que dizem os especialistas

  • Celso de Mello (Ex-ministro do STF): "É totalmente falaciosa (e absolutamente divorciada da realidade do processo penal contra ela instaurado) a afirmação de que a punição a 14 anos de prisão se deveu, unicamente, ao fato de a ré haver passado batom em uma estátua!!!".   
  • Outros especialistas: Acreditam que a pena proposta é desproporcional e que o ato de pichar uma estátua não justifica uma punição tão severa.

O que diz o STF

  • Até o momento, dois ministros votaram a favor da condenação – Alexandre de Moraes (relator) e Flávio Dino – a 14 anos de prisão em regime inicial fechado.   
  • O julgamento foi interrompido após um pedido de vista do ministro Luiz Fux. Ainda não há data para a retomada do julgamento.

Próximos passos

O julgamento de Débora Rodrigues dos Santos será retomado em breve, e a decisão final do STF terá um impacto significativo no debate sobre liberdade de expressão e os limites do direito de protesto no Brasil.

quarta-feira, 19 de março de 2025

A questão ambiental realmente importa à comunidade europeia no contexto de desenvolvimento econômico do terceiro mundo?

A questão ambiental é, de fato, uma preocupação crescente na comunidade europeia, mas a forma como ela se traduz em ações concretas no contexto do desenvolvimento econômico do terceiro mundo é complexa e multifacetada.

Interesses e desafios:

  • Consciência ambiental:
    • Há um aumento da conscientização sobre as mudanças climáticas e a necessidade de práticas sustentáveis na Europa.
    • Isso se reflete em políticas e regulamentações mais rigorosas em relação às emissões de carbono, desmatamento e outros impactos ambientais.
  • Relações comerciais:
    • A União Europeia (UE) busca influenciar as práticas ambientais de outros países por meio de acordos comerciais e exigências de certificação.
    • No entanto, há um debate sobre se essas exigências podem criar barreiras comerciais para os países em desenvolvimento.
  • Ajuda ao desenvolvimento:
    • A UE oferece ajuda financeira e técnica para projetos de desenvolvimento sustentável em países do terceiro mundo.
    • O objetivo é promover a transição para economias de baixo carbono e proteger os recursos naturais.
  • Desafios:
    • Existe uma tensão entre os objetivos de desenvolvimento econômico e a proteção ambiental.
    • Países em desenvolvimento muitas vezes priorizam o crescimento econômico imediato, o que pode levar a práticas ambientalmente prejudiciais.
    • Existe também o fato de que muitos países europeus foram os grandes poluidores no passado, e que agora cobram medidas dos países em desenvolvimento, o que pode ser visto como injusto.

Para o debate em qualquer discussão sobre preservar o que resta do Meio Ambiente:

  • A questão ambiental é importante para a UE, mas a forma como ela se relaciona com o desenvolvimento do terceiro mundo é um tema complexo e em constante evolução.
  • O debate sobre como equilibrar o desenvolvimento econômico com a proteção ambiental continua sendo um desafio global.

Projetos assistencialistas como massa de manobra para manutenção do poder.

A utilização de projetos assistencialistas como ferramenta para manutenção do poder é uma crítica recorrente e complexa, que envolve diversas nuances políticas e sociais. A análise desse fenômeno exige uma compreensão crítica das motivações por trás da implementação de tais projetos, bem como de seus impactos a longo prazo.

Mecanismos de utilização política:

· Clientelismo: A distribuição de benefícios sociais em troca de apoio político é uma prática comum, que cria uma relação de dependência entre os beneficiários e os políticos (cá pra os "lados" da América do Sul, se pratica muito isso).

· Manipulação da informação: A divulgação seletiva de informações sobre os benefícios e seus critérios de elegibilidade pode ser usada para criar uma percepção de benevolência por parte dos políticos, enquanto oculta as causas estruturais da pobreza.

· Criação de dependência: A implementação de programas assistenciais que não promovem a autonomia dos beneficiários pode perpetuar a dependência e a vulnerabilidade, tornando-os mais suscetíveis à manipulação política.

· Uso de programas sociais em campanhas eleitorais: A promessa de novos benefícios ou a ameaça de cortes em programas existentes pode ser usada como estratégia de campanha para angariar votos.

Consequências negativas:

· Desvio de recursos: A utilização política de projetos assistenciais pode levar ao desvio de recursos públicos para fins eleitorais, em detrimento de investimentos em áreas como educação, saúde e infraestrutura.

· Perpetuação da desigualdade: A falta de foco em soluções estruturais para a pobreza e a desigualdade pode perpetuar o ciclo de vulnerabilidade, criando um verdadeiro exercito de dependentes.

· Desvalorização da cidadania: A criação de uma cultura de dependência e a manipulação política podem minar a autonomia e a participação cidadã.

· Corrupção: A má gestão e a falta de fiscalização podem abrir caminho para a corrupção, desviando recursos que deveriam ser destinados aos mais necessitados.

Alternativas e soluções:

· Transparência e fiscalização: A implementação de mecanismos de transparência e fiscalização rigorosos pode ajudar a prevenir o uso político de projetos assistenciais.

· Empoderamento e autonomia: O foco em programas que promovam a autonomia e o empoderamento dos beneficiários pode reduzir a dependência e a vulnerabilidade.

· Investimento em educação e desenvolvimento: A priorização de investimentos em educação, saúde e infraestrutura pode criar oportunidades de longo prazo para os mais necessitados.

· Participação cidadã: O fortalecimento da participação cidadã na formulação e fiscalização de políticas públicas pode aumentar a transparência e a responsabilidade dos políticos.

Resumidamente, a utilização de projetos assistenciais como massa de manobra política é um problema sério que exige atenção e ação por parte da sociedade civil, dos políticos e das instituições. A busca por soluções que promovam a justiça social, a autonomia e a cidadania é fundamental para construir um futuro mais justo e igualitário.

terça-feira, 11 de março de 2025

O chefe do Golpe de 08 de janeiro de 2023, no Brasil é a TURMA DO ALGODÃO DOCE.

 


Parece surreal, mas a verdade que nunca foi dita é que o "chefe" do golpe que abalou as estruturas da Republica é nada mais, nada menos do que esse senhor do Algodão.

Na verdade, se olharmos mais detalhadamente, esse senhor é desses Marechais com graduação mais elevada do Exercito Brasileiro, acho que nem 05 estrelas. Esse deve ter 08 ou 09 estrela, resumindo o "chefe dos chefes".

Podemos perceber que ele sempre esteve envolto em grande quantidade de pessoas que nem estavam ali pelo "algodão doce" e sim para protege-lo, tal qual uma abelha rainha.

Esse é o mentor e organizador do evento e a fantasia do "algodão doce" já era pra dissimular uma situação de descredito e quando fosse "percebido pelo sistema", já estaria "tudo dominado".

O imenso contingente de "tropas e soldados" ali alocados também estavam travestidos de "velhinhos, avôs e vovós", tudo muito bem arquitetado pelo Senhor do Golpe, "o cara do algodão". 

Esses "soldados" foram preparados fisicamente e mentalmente por um longo período nos porões das academias das forças armadas e num combate com a policia de choque poderiam dizimá-los em poucos minutos, dado ao poder letal e fulminante de exterminar qualquer oponente.

Imaginem vocês: quando alguém poderá desconfiar de um humilde vendedor de algodão doce desses que andam pelas esquinas, praças e parques Brasil afora? Mas a partir de agora, caso vejam algum "desses", chamem a policia, pois pode ser outro comandante golpista, o velho do saco que rouba criancinhas ou ainda, quem sabe, um alienígena arquitetando para "tomar o planeta terra de assalto e exterminar a raça humana. Precisamos nos manter alertas em nome de um sistema que prima pela transparência, tratamento igual e zelo pelo cidadão de bem no Brasil. 

Essa narrativa de golpe que alguns tentam disseminar e setores da imprensa brasileira estimulam com parcialidade doentia, colocam pra baixo do tapete o vexame jurídico do processo por si só. Senão vejamos: alguém pode nos apontar em qual sistema judiciário se permite que o ACUSADOR, O INVESTIGADOR E O JULGADOR sejam a mesma pessoa? Talvez nem nas mais antigas e duradouras ditaduras de qualquer Pais do mundo se permita uma manobra desvairada desse quilate.

Lembrem-se todos: a queda da Bastilha culminou com o levante de um povo que se sentia acuado pela miséria e a centralização de poder nas de alguns da elite que não se cansavam de saquear aquele reino (nem uma alusão ao nosso Brasil, por favor).

O recado tá dado.

domingo, 9 de março de 2025

Pra quem conhece a "aldeia' quando o assunto é futebol e GREMIO

 


No GRE-nal de ontem, sábado dia 08.03.2025, literalmente o time não entrou em campo. Fomos engolidos taticamente e pela vontade do adversário, perceptível quando ganha todas as divididas.

Isso já denota a vontade de quem entrou pra ganhar o jogo.

Vejam nessa imagem acima: aqui já estava 0 x 2. Se fosse um jogador que conhecesse a "aldeia", teria dado um "chega pra lá" no treinador deles, até por que "ele" nem deveria estar ali naquela posição.

Qualquer jogador formado na base gremista saberia o que fazer por vivenciar o clima do que significa um GRE-nal na vida dos gaúchos.

Isso teria sido, possivelmente, o fato novo para mudar a perspectiva psicológica pela qual passava O JOGO NAQUELE MOMENTO.

O time adversário entrou em campo pra "guerrear, literalmente falando" pois tinha um treinador que conhece a "aldeia do clássico" e isso faz toda a diferença quando se trata de ganhar uma "dividida" de jogada e estar focado em ganhar.

Fomos patrolados pela vontade de "um lado" e por não estarmos preparados no nível psicológico adequado para aquela batalha.

Mas essa imagem ai acima demonstra exatamente que a comissão técnica e a maioria dos jogadores do elenco gremista não tem a mínima ideia do é um GRE-nal na vida de cada um de nós.


quinta-feira, 6 de março de 2025

A “Teoria do Cavalo Morto”

A “Teoria do Cavalo Morto” é uma metáfora satírica que reflete como algumas pessoas, instituições ou nações enfrentam problemas evidentes que são impossíveis de resolver, mas em vez de aceitar a realidade, se agarram a justificá-los.

A ideia central é clara: se você descobrir que está montando um cavalo morto, o mais sensato é descer e deixá-lo.

No entanto, na prática, muitas vezes acontece o contrário. Em vez de abandonar o cavalo morto, medidas como:

* Comprar uma nova sela para o cavalo.

* Melhorar a alimentação do cavalo, apesar de ele estar morto.

* Mudar o cavaleiro em vez de abordar o problema real.

* Despedir o gerente dos cavalos e contratar alguém novo, esperando um resultado diferente.

* Organizar reuniões para discutir como aumentar a velocidade do cavalo morto.

* Criar comitês ou equipes de trabalho para analisar o problema do cavalo morto de todos os ângulos. Estes comitês trabalham durante meses, levantam relatórios e finalmente concluem o óbvio: o cavalo está morto.

* Justificar os esforços comparando o cavalo com outros cavalos mortos semelhantes, concluindo que o problema foi falta de treino.

* Propor cursos de treinamento para o cavalo, o que significa aumentar o orçamento.

* Redefinir o conceito de "morto" para se convencer de que o cavalo ainda tem possibilidades.

Lição: muitas pessoas e organizações preferem negar a realidade e desperdiçar tempo, recursos e esforços com soluções inúteis, em vez de aceitar o problema desde o início e tomar decisões mais inteligentes e eficazes.

segunda-feira, 3 de março de 2025

Qual impacto pode gerar ao Brasil a aquisição de bens dentro do território brasileiro pelo governo chines?

A aquisição de bens no território brasileiro pelo governo chinês pode gerar uma série de impactos, tanto positivos quanto negativos, para o Brasil. A análise desses impactos depende do tipo de bens adquiridos, do contexto da aquisição e das políticas adotadas pelo governo brasileiro.

Impactos Positivos:

· Investimento e Desenvolvimento: 

A aquisição de bens, especialmente em setores estratégicos como infraestrutura e energia, pode impulsionar o desenvolvimento econômico do Brasil, gerando empregos e renda.

O investimento chinês pode financiar projetos de infraestrutura que o Brasil necessita, como ferrovias, portos e usinas de energia, melhorando a logística e a competitividade do país.

· Acesso a Tecnologia e Inovação: 

A aquisição de empresas ou bens de alta tecnologia pode facilitar a transferência de conhecimento e tecnologia para o Brasil, impulsionando a inovação e o desenvolvimento tecnológico.

A parceria com empresas chinesas pode abrir novas oportunidades para empresas brasileiras em setores de ponta.

· Expansão do Mercado: 

A aquisição de bens de consumo ou produtos agrícolas brasileiros pode expandir o mercado para esses produtos na China, aumentando as exportações e gerando divisas para o Brasil.

Impactos Negativos:

· Soberania e Segurança Nacional: 

A aquisição de bens estratégicos, como terras, empresas de telecomunicações ou infraestrutura crítica, pode gerar preocupações sobre a soberania nacional e a segurança do Brasil.

O controle chinês sobre setores estratégicos pode aumentar a dependência do Brasil em relação à China e limitar a capacidade do país de tomar decisões independentes.

· Concorrência Desleal: 

A aquisição de empresas brasileiras por empresas chinesas pode gerar concorrência desleal, especialmente se as empresas chinesas receberem subsídios ou outros benefícios do governo chinês.

A entrada de empresas chinesas no mercado brasileiro pode prejudicar empresas locais, especialmente pequenas e médias empresas.

· Impacto Ambiental: 

A aquisição de terras ou empresas em setores como mineração ou agricultura pode gerar impactos ambientais negativos, como desmatamento, poluição e degradação do solo.

É importante que o governo brasileiro estabeleça regulamentações ambientais rigorosas para garantir que as atividades das empresas chinesas sejam sustentáveis.

· Dependencia Economica: 

A aquisição de bens, pode gerar uma dependência econômica do Brasil com a China, com isso o Brasil ficaria vulnerável a possíveis sanções ou mudanças de políticas econômicas chinesas.

Considerações Importantes:

· É fundamental que o governo brasileiro estabeleça políticas claras e transparentes para regular a aquisição de bens por estrangeiros, garantindo que os interesses do Brasil sejam protegidos.

· É importante que o Brasil busque diversificar seus parceiros comerciais e desenvolver sua própria capacidade tecnológica e industrial para reduzir a dependência excessiva de qualquer país.

· A relação entre Brasil e China é complexa e multifacetada, com impactos tanto positivos quanto negativos para a economia brasileira.

Em resumo, a aquisição de bens no território brasileiro pelo governo chinês pode gerar uma série de impactos, e é crucial que o Brasil adote uma abordagem estratégica para maximizar os benefícios e minimizar os riscos.

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2025

Os Senhores das Togas: Luxo, Segredos e Poder no Brasil

No coração de um país repleto de desigualdades, onde o luxo e a miséria coexistem como duas faces de uma moeda gasta, há uma elite que se mantém intocável. Não são políticos nem empresários, mas juízes. E não são apenas magistrados, mas detentores de um poder que ultrapassa os limites do imaginável. Por trás de suas togas, escondem-se privilégios que fariam até mesmo os mais ricos do mundo corar.

De acordo com o jornal Handelsblatt, os juízes brasileiros gozam dos benefícios que parecem saídos de um roteiro de ficção. Sessenta dias de férias por ano, ultrapassam frequentemente o teto constitucional e auxílios como o infame “auxílio-moradia”, mesmo para aqueles que já possuem imóveis em Brasília. Mas o que realmente intriga é o que acontece fora dos holofotes: luxos viagens internacionais, jantares reservados em hotéis cinco estrelas e reuniões secretas onde, dizem, as verdadeiras decisões do país são tomadas.

Em uma investigação recente, detalhamos detalhes perturbadores. Um magistrado, conhecido por suas decisões controversas, foi visto embarcando em um jato particular com destino a Genebra. Oficialmente, participaria de uma conferência sobre direitos humanos, mas rumores apontam para encontros clandestinos com investidores e lobistas. O que estaria no jogo?

Enquanto isso, o povo assiste, impotente, à perpetuação de um sistema que parece inabalável. Documentos vazados revelam que certos juízes não apenas acumulam benefícios, mas também utilizam suas influências para abafar escândalos. As provas desaparecem, os processos são arquivados, e o que resta é um véu de mistério que cobre todo o sistema judiciário.

Seriam essas privilégios apenas a ponta do iceberg? Quem realmente controla as decisões mais importantes do país? E o mais inquietante: até que ponto esses “senhores das togas” estão dispostos a ir para manter seus segredos enterrados?

O Brasil, uma vez conhecido por sua vibrante democracia, agora se encontra à beira de uma nova era de questionamentos. No centro dessa tempestade, os juízes caminharam em silêncio, com o peso de seus mistérios ecoando em cada decisão que tomam. O que mais está sendo escondido?

A resposta pode ser a mais próxima do que imaginamos — mas, ao mesmo tempo, enterrada nas profundezas de um sistema que insiste em se proteger a qualquer custo. 

Fonte:https://www.handelsblatt.com/politik/international/brasilien-luxusreisen-60-tage-urlaub-so-privilegiert-sind-die-richter/100095104.html