The Climb
I
can almost see it
That dream I'm dreaming, but There's a voice inside my head saying You'll never reach it Every step I'm taking Every move I make, feels Lost, with no direction My faith is shaking But I, I gotta keep trying Gotta keep my head held high There's always gonna be another mountain I'm always gonna wanna make it move Always gonna be an uphill battle Sometimes I'm gonna have to lose Ain't about how fast I get there Ain't about what's waiting On the other side It's the climb The struggles I'm facing The chances I'm taking Sometimes might knock me down, but No I'm not breaking I may not know it But these are the moments that I'm gonna remember most, yeah Just gotta keep going And I, I gotta be strong Just keep pushing on There's always gonna be another mountain I'm always gonna wanna make it move Always gonna be an uphill battle Sometimes I'm gonna have to lose Ain't about how fast I get there Ain't about what's waiting on the other side It's the climb [x2] Keep on moving, keep climbing Keep the faith, baby It's all about It's all about the climb Keep the faith Keep your faith |
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A Subida
Eu posso quase ver
Esse sonho que estou sonhando. Mas tem uma voz dentro da minha cabeça dizendo Você nunca irá alcançá-lo Cada passo que eu estou dando Cada movimento que eu faço Parece perdido sem direção Minha fé está abalada Porém eu tenho que continuar tentando Tenho que manter minha cabeça erguida [REFRÃO] Sempre haverá uma outra montanha E eu sempre irei querer movê-la Sempre será uma batalha difícil Às vezes eu terei que perder Não se trata do quão rápido eu chegarei lá, Não se trata do que está me esperando do outro lado É a subida As lutas que estou enfrentando As oportunidades que estou tendo As vezes podem me derrubar Mas não, eu não estou caindo Eu posso não saber disto Mas são esses os momentos dos quais eu mais irei me lembrar yeah Só tenho que continuar E eu Tenho que ser forte. Continuar prosseguindo Porque [REFRÃO] Sempre haverá uma outra montanha E eu sempre irei querer movê-la Sempre será uma batalha difícil Às vezes eu terei que perder Não se trata do quão rápido eu chegarei lá Não se trata do que está me esperando do outro lado É a subida [REFRÃO] Sempre haverá uma outra montanha E eu sempre irei querer movê-la Sempre será uma batalha difícil Às vezes você terá que perder Não se trata do quão rápido eu chegarei lá, Não se trata do que está me esperando do outro lado É a subida Continue em movimento Continue escalando Mantenha a fé Baby Tudo se trata Tudo se trata da subida Mantenha a fé Mantenha a sua fé Woah-oh-oh-oh |
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
The climb - ( A subida )
The Climb -
Miley Cyrus
sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
Aceitar as pessoas.
Esta história é sobre um soldado que finalmente
estava voltando para casa, depois de ter lutado no Vietnã. Ele ligou para seus
pais quando chegou a São Francisco:
– Mãe, pai, eu estou voltando para casa, mas tenho um favor a lhes
pedir. Há um amigo que gostaria de trazer comigo.
– Claro! Nós adoraríamos conhecê-lo!
– Há algo que vocês precisam saber - continuou o filho. Ele foi
terrivelmente ferido na luta. Pisou em uma mina e perdeu um braço e uma perna.
Não tem nenhum lugar para ir e, por isso, eu quero que ele venha morar conosco.
– Eu sinto muito em ouvir isso filho, nós talvez possamos encontrar um
lugar para ele morar.
– Não, eu quero que ele venha morar conosco.
– Filho, você não sabe o que está pedindo. Alguém com tanta
dificuldade seria um grande fardo para nós. Nós temos nossas próprias vidas e
não podemos deixar que uma coisa como esta interfira em nosso modo de viver.
Acho que você deveria voltar para casa e esquecer este rapaz. Ele encontrará
uma maneira de viver por si mesmo.
Neste momento o filho bateu o telefone. Os pais
não ouviram mais nenhuma palavra dele.
Alguns dias depois, eles receberam um telefonema
da polícia de São Francisco. O filho havia morrido, depois de ter caído de um
prédio. A polícia acreditava em suicídio.
Os pais, angustiados, voaram para São Francisco e
foram levados para o necrotério a fim de identificar o corpo do filho. Eles o
reconheceram, mas para seu horror, descobriram que o filho deles tinha apenas
um braço e uma perna...
Os pais, nesta história, são como muitos de nós.
Achamos
fácil amar aqueles que são bonitos ou divertidos, mas não gostamos das pessoas
que nos incomodam ou nos fazem sentir desconfortáveis.
De preferência, ficamos longe delas e de outras
que não são saudáveis, bonitas ou espertas como nós.
Precisamos aceitar as pessoas como elas são. E
ajudar todos a compreenderem aqueles que são diferentes de nós.
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
Desejar feliz 2014 pra quem mesmo?
Invariavelmente a cada inicio de ano novo, em qualquer
idioma, chovem congratulações de “feliz ano novo”, “muita paz”, “muita saúde”, “fraternidade”,
“amor” e por aí vai. É de todos os tipos e gostos, conforme o freguês quer e
gosta. A parte boa é que isso é bom e gostoso e todos nós gostamos de ouvir. A parte
ruim é que isso dura não mais do que aquele singelo momento da virada no ano.
Vamos
raciocinar a respeito.
Alguém pratica essa bondade toda com
o seu próximo?
Alguém se preocupa com o bem-estar do
próximo?
Alguém quer saber como anda a saúde do
próximo?
Alguém quer saber se o próximo achou
o amor verdadeiro?
Alguém quer saber se o próximo tem
comida pra por na mesa?
Alguém quer saber se o próximo tem
grana para sustentar seus filhos?
Alguém realmente esta preocupado se o
próximo esta bem?
Alguém quer saber se o próximo tem
casa pra morar?
Alguém olha para o próximo sem fazer pré-julgamento
de determinada situação?
Alguém já olhou o próximo com
sentimento fraternal?
Alguém já acalentou o próximo com um
carinho ou sorriso, mesmo ao longe, que fosse?
Talvez, sem querer ser o “dono da
verdade” ou um adivinho, tenho quase certeza que para muitas dessas questões supramencionadas
a resposta tenha sido um “não”.
É claro que muitos de nós gostaríamos
de praticar e ver nos rostos de todos, por esse mundão adentro, a magia de ser
bondoso, carinhoso, cordial, respeitoso, gentil por que não.
Apenas que nos falta à coragem necessária
para ser o elemento multiplicador dessa singeleza de fazer esse mundão melhor
para todos e, ao mesmo tempo, ser agraciado com um turbilhão de coisas boas
para nós e todos que nos cercam, amamos e sempre queremos ver e sentir a dadiva
de estar feliz e de bem com a vida.
Então . . ., Um feliz 2014 pra todos
nós e, se der, como multiplicadores!!!
Autor: Guilherme
Quadros
Email:
gqkonig@hotmail.com
terça-feira, 31 de dezembro de 2013
Obrigado a todos por tudo!!!
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obrigados aos irmãos da Servia, Áustria, Coreia do Sul e França.
Um belíssimo ano de 2014 para todos nós.
(Menos para o pessoal do GOOGLE, eles ainda não merecem - não todos mas alguns não merecem!!!)
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
Respeito.
Um sujeito estava colocando flores no túmulo de
um parente, quando viu um chinês deixando um prato de arroz na lápide ao lado.
Ele se virou para o chinês e lhe perguntou:
–Desculpe-me, mas o senhor acha mesmo que o
falecido virá comer o arroz?
E o chinês respondeu-lhe:
–Sim, quando o seu vier cheirar as flores...
Respeitar a opção do próximo, em qualquer
aspecto, é uma das maiores virtudes que um ser humano pode ter.
Autor Desconhecido
Sinceridade elegante.
Tamerlão, O Coxo, poderoso rei assírio do século
XIII, era um soberano muito cheio de si e cônscio das deferências de que se
julgava credor por parte de todos os súditos. Ele tinha uma particularidade
física notável: um grande e monstruoso nariz, o que muito o aborrecia. Por
isso, jamais tinha se deixado retratar.
Quando, porém, já estava idoso, seu filho e
sucessor, preocupado com a possível ausência da efígie do pai na galeria real,
tanto instou que conseguiu dele a anuência para retratá-lo.
O monarca estabeleceu uma condição: só aceitaria
o retrato, como sua estampa oficial, se encontrasse um artista que o pintasse a
contento. E os artistas que tripudiassem sua imagem, seriam executados,
conforme a tradição do reino, na forca.
Aceita a condição, editais foram espalhados por
todo o reino, convocando os artistas para a importante e perigosa tarefa. Não
obstante o risco, três se apresentaram para tentar o que seria a suprema obra
de sua vida, e ganhar, assim, fama, reconhecimento e muitas moedas de ouro.
Justamente os três melhores mestres da arte pictórica do reino se apresentaram
para o comedido.
O primeiro retratou o monarca tal e qual, com o
narigão enorme e tudo. O rei, vendo o quadro acabado, embora admirando o gênio
artístico, enfureceu-se com a figura horrenda e mandou enforcar o infeliz
artista.
Veio o segundo e, temeroso, pintou o rei
fielmente, com exceção do aberrante apêndice nasal, em cujo lugar colocou
irrepreensível narizinho. O soberano, sentindo-se ridicularizado, assinou
igualmente a pena capital do segundo, sem comiseração.
Chegou, a vez do terceiro, o qual, habilidoso,
conhecendo a paixão do rei pela caça, retratou-o portando um arco, a atirar
numa raposa. E o antebraço na arma tapava-lhe justamente o nariz.
Vendo o resultado do trabalho, o monarca sorriu
satisfeito e recompensou-o generosamente.
<<<<<<<>>>>>>>
As três
atitudes mais comuns em relação à verdade:
A primeira é a franqueza rude, contundente, que
não hesita em expor toda a realidade dos fatos, doa em quem doer. Os
partidários dessa atitude podem revelar o mérito da coragem e do desinteresse,
mas tiram nota zero em relações humanas.
A segunda é a hipocrisia interesseira. Os deste
grupo podem revelar inteligência e engenhosidade para distorcer os fatos, a fim
de agradar aqueles a quem desejam conquistar.
A terceira é a dos partidários da verdade
construtiva, evidenciando o que é útil, edificante e elegante, omitindo
sutilmente os aspectos menos agradáveis da vida do próximo.
Tamerlão: Seu nome verdadeiro era Timur Lenk, mas
Tamerlão foi como ficou conhecido no ocidente. Ele nasceu em 1336, no Condado
de Djagatai, durante o conturbado período que se seguiu à morte de Tarmachirin.
Era filho de uma importante família Turca, os Barlas, mas dizia-se Mongol, e não
só isso, dizia-se descendente direto de Gengis Khan. Nasceu com um problema na
perna, por isso o apelido que recebeu: Tamerlão, O Coxo. Apesar de ser coxo,
isso não o impediu de tornar-se um grande cavaleiro.
Autor desconhecido
sábado, 28 de dezembro de 2013
Um poema para acalentar nossas noites e sonhar com um dia especial.
Eu triste sou calada
Eu brava sou estúpida
Eu lúcida sou chata
Eu gata sou esperta
Eu cega sou vidente
Eu carente sou insana
Eu malandra sou fresca
Eu seca sou vazia
Eu fria sou distante
Eu quente sou oleosa
Eu prosa sou tantas
Eu santa sou gelada
Eu salgada sou crua
Eu pura sou tentada
Eu sentada sou alta
Eu jovem sou donzela
Eu bela sou fútil
Eu útil sou boa
Eu à toa sou tua".
Eu brava sou estúpida
Eu lúcida sou chata
Eu gata sou esperta
Eu cega sou vidente
Eu carente sou insana
Eu malandra sou fresca
Eu seca sou vazia
Eu fria sou distante
Eu quente sou oleosa
Eu prosa sou tantas
Eu santa sou gelada
Eu salgada sou crua
Eu pura sou tentada
Eu sentada sou alta
Eu jovem sou donzela
Eu bela sou fútil
Eu útil sou boa
Eu à toa sou tua".
Autora: Martha Medeiros
Jetzt geht's los (Aqui vamos nós) !!!
Pra todos nós, absolutamente todos nós, termos o melhor do ano que vem chegando.
sexta-feira, 27 de dezembro de 2013
Checar todas as possibilidades.
Não descarte nenhuma possibilidade.
O que você procura pode estar exatamente em uma daquelas
possibilidades descartadas.
Por menor que seja, compare todas, absolutamente, todas as
possibilidades.
Tua oportunidade, o que você quer ou procura pode estar na
mais ínfima das possibilidades descartadas.
Se aquela possibilidade esta ali é por algum motivo e tem um
por que então, deixe a preguiça de lado, abra e olhe, pesquise, experimente,
demonstre, use, sinta, explique por que “esse
é o segredo do negocio e o sucesso dos visionários”.
Autor: Guilherme
Quadros
Email:
gqkonig@hotmail.com
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
É duro preservar.
Maria Tereza Jorge Pádua - Fonte: O Eco
Se você necessita de uma licença do Ibama, ou dos órgãos ambientais
estaduais, para desmatamento ou para queimada, você a terá em menos de três
meses. Na verdade, se você desmata sem permissão, não há problema… em geral,
ninguém vai perceber. No entanto, se você quiser preservar formalmente uma
parte da sua propriedade, estabelecendo uma Reserva Particular do Patrimônio
Natural (as famosas RPPNs), vai ter que esperar três anos em média, e também
gastar muito dinheiro. Este é o absurdo que a burocracia e a legislação nos
apresentam com relação às RPPNs. Até consultas públicas são agora exigidas,
além de um emaranhado de outros papéis. Mas, vamos por partes.
O Ibama tem um decreto preparado,
para ser submetido ao Presidente da República, que é uma obra-prima de como
inviabilizar o estabelecimento de uma RPPN. Além da papelada usual exigida,
como requerimento, identidade, CPF, prova de quitação do ITR, o CCIR, termo de
compromisso, certidão de domínio privado, etc., etc., tudo com passagem prévia
pelo cartório e em duas vias, coisas estas que até fazem sentido, o coitado que
quiser criar uma RPPN tem de apresentar, também, "o memorial descritivo
dos limites do imóvel e também dos limites da área proposta, ambos
georreferenciados, indicando a base cartográfica utilizada e as coordenadas dos
vértices definidores dos limites, assinado por profissional habilitado, com a
devida anotação de responsabilidade técnica". Deu para entender? Imagine o
problema para um simples proprietário rural ou até mesmo para um grande fazendeiro!
E ainda tem que pagar? Quer dizer
que, para preservar uma parte de sua fazenda, que é um objetivo do Governo, o
proprietário vai ter altas despesas? Ele deveria, isso sim, ser tratado com
tapete vermelho pelo Poder Público e este mesmo poder deveria encontrar meios
para incentivá-lo, simplificando ao máximo os requisitos e trâmites, sem custo
nenhum para o proponente.
Pensam que é só isso? Não, tem
mais e muito mais. Atualmente, para se criar uma RPPN, que é em terras
privadas, é preciso fazer consulta pública. Na prática, qualquer cidadão pode
desmatar e plantar soja em centenas de hectares sem solicitar permissão
nenhuma, mas, para proteger a natureza, deve consultar todo mundo. Parece que
estamos em um país de dementes. Quem quiser preservar tem de consultar o
público sobre o que fazer em sua propriedade! Não parece extraordinariamente
difícil realizar esta consulta pública, pois o que o particular tem de fazer é
só divulgar no Diário Oficial a intenção da criação da RPPN e "disponibilizar
na Internet" (o projeto de decreto não especifica como isso deve ser
feito), por um prazo de 20 dias, informações sobre a RPPN proposta, para
conhecimento do público. O texto do projeto tampouco discrimina o que
acontecerá se algum vizinho ou alguns cidadãos se opuserem à criação da nova
RPPN. Em uma nação onde se exige opinião de outros para que alguém possa
preservar a natureza na sua propriedade, tudo pode acontecer!
Mesmo resolvido o problema da
consulta pública, subsistem muitos outros. Se a RPPN, depois de vistoriada - só
Deus sabe quando e por quem - for agraciada com o reconhecimento do Poder
Público, ainda precisa de muita coisa. Talvez o mais difícil e caro seja fazer
o plano de manejo, que deverá ser aprovado pelo órgão ambiental competente. O roteiro
metodológico do Plano de Manejo para Reservas Particulares do Patrimônio
Natural, já divulgado pelo Ibama, tem 76 páginas e é coisa para entendidos. Ou
seja, o proprietário deverá contratar especialistas, possivelmente muito caros
e que muitas vezes serão egressos do Ibama ou de agências estaduais.
Como é possível que se acredite
que vá existir algum trouxa que queira fazer todo este trâmite e gastar muito
dinheiro somente para ter um título de Reserva Particular do Patrimônio Natural
em sua propriedade ou em parte dela? É uma pena, pois se havia um projeto de
governo para a conservação da natureza que vinha dando certo, com a
participação do setor privado, era este. Tanto é verdade que, nos seus 14 anos
de existência, foram criadas aproximadamente 500 RPPNs, totalizando cerca de
600 mil hectares. E esses proprietários têm investido milhões de reais de seus
bolsos, em forma de terra e de infra-estruturas de proteção e visitação.
Lembrando, finalmente, que os
proprietários que fazem RPPNs estão sacrificando a exploração de suas
propriedades, em caráter de perpetuidade, para proteger um bem público que
fornecerá serviços ambientais gratuitos para a sociedade, este projeto de
decreto, que deforma a lei em que se fundamenta e que ridiculariza a política oficial,
é uma monstruosidade. Se a presente minuta de decreto for aprovada na sua
versão atual, será, na verdade, a decretação do fim das Reservas Particulares
de Patrimônio Natural no Brasil.
Fundadora da Funatura, membro do Conselho da Fundação O Boticário de Proteção à Natureza e da comissão mundial de Parques Nacionais da UICN. http://www.redeambiente.org.br
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